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janeiro 25, 2005
SABER DE EXPERIÊNCIA FEITO

Nos anos que se seguiram ao 25 de Abril, diversas iniciativas inéditas e impensáveis na vigência do regime fascista foram postas em prática pelo Governo e pela população. Uma das que mais me marcaram foi a criação de um grupo vocacionado para ensinar aos putos como eu em que consistia o planeamento familiar.
Malta nova, os professores, reuniam duas dezenas de raparigas e de rapazes e para a maioria foi ali que se aprendeu a verdade nua e crua de como se fazem os bebés afinal.
Sem vergonhas nem falsos pudores, uma professora e um professor aproveitavam as instalações de uma escola primária do bairro para todas as semanas nos ensinarem algo de novo. Mas o manancial de aprendizagem, para lá das técnicas que permitiam evitar uma gravidez indesejada e algumas doenças venéreas pouco agradáveis, consistia no debate que nos era permitido e onde podíamos colocar sem medos as nos maiores interrogações acerca do sexo. E assim, entre outras importantes lições, aprendi a valorizar a importância da primeira vez para qualquer pessoa.
Sonhei com uma primeira vez muito romanceada (na onda Lagoa Azul), considerando a minha condição de macho (que não é suposto atribuírem grande relevância à coisa). Vetada sem apelo a hipótese de me iniciar com prostitutas (ou de algum dia as procurar), como viria a acontecer a muitos dos meus amigos, fiquei entregue à minha capacidade de convencer uma garota a ceder aos meus arremedos desesperados de adolescente em ebulição. Não é tarefa fácil e Deus sabe o quanto me apliquei nessa missão. Entretanto o tempo passava, o resto da malta desenrascava-se e eu ia ficando para trás nas conversas e nas situações fantasiadas que os viris ‘experimentados’ tinham conhecimento de causa para alardear.
Ingénuo, eu buscava apenas as virgens pois era essas as protagonistas ideais para o conceito da coisa tal como a minha mente saturada de devaneios masturbatórios o definiu. Esse seria precisamente o maior obstáculo à minha progressão na aprendizagem que a liberdade me proporcionou. Embora possuísse uma bagagem teórica que me permitia brilhar perante os que sabiam ainda menos do que eu e tivesse desenvolvido alguns ‘couros’ magníficos para utilização no futuro, depressa a teoria se viu ultrapassada pelos acontecimentos e comigo, na prática, nada acontecia digno de contar ao pessoal.
É impossível participar numa conversa acerca de sexo sem trair, em algum ponto do diálogo, a nossa condição de outsiders, a virgindade que para um rapaz de certa idade podia converter-se num rótulo de homossexual. E eu, ansioso mas incapaz de renunciar à ilusão que alimentava, rejeitava oportunidades de ouro com as vizinhas mais afoitas e arrependia-me. Sempre tarde demais para inverter a situação.
E foi assim que a vida me empurrou à bruta para cima de uma fulana bastante avançada no programa e quase cinco anos mais velha do que eu. Uma conquista embriagada no final de uma noite de farra no pino do verão. Teria ultrapassado esse pormenor e encontraria uma forma de embelezar o importante acontecimento com algumas referências pontuais. Contudo, a enorme bebedeira da rapariga e a minha natural inépcia para a função, testemunhadas na cama ao lado pela amiga dela e por um amigo meu que transavam a sua cena a menos de dois metros de nós, resultariam numa pressão que, hoje confesso-o perante vós, me cilindrou.
A minha primeira vez demorou cerca de três minutos.
Três minutos para mim, pois entretanto descobri que ela, algures ao longo desse período, adormeceu como um anjinho. E eu acendi um cigarro, tentei ignorar a festa do lado, e ali fiquei, algo baralhado, em serena contemplação da minha parceira de estreia, gravando na memória um nome, um rosto de bela adormecida e um turbilhão emocional que jamais esquecerei.
Publicado por sharkinho às janeiro 25, 2005 10:24 AM
Comentários
Homem,
tenho para mim que confidenciar a "nossa primeira vez" de forma tão pessoal é um acto de profunda coragem e generosidade.
E ou muito me engano ou vão cair aqui muitas histórias para seguir. Olha, a minha já a espetei ali no placard de corticite, para depois, todos juntos, sentados no chão, de mãos dadas, ..., enfim, não correu nada bem aquela (minha) vez.
Publicado por: Eufigénio às janeiro 25, 2005 12:07 PM
A vida empurra-nos à bruta. ;)
Mas é assim que percebemos como podemos ser nós a empurrá-la. :) E a mostrar, na palma da mão, como tu fazes, uma escrita fluída de quotidiano vivido.
A minha primeira vez também foi com um rapaz 5 anos mais velho. Eu tinha encasquetado que a primeira não saberia a nada e não soube. Mas tinha de ser porque ser virgem é que era uma nódoa no meu curriculum. E como até já tinha pílulas, que era a minha condição essencial para o acto, fi-lo. Ele ficará sempre na minha memória pela música de violoncelo que me dava, entremeada de bombons «mon chéri».
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 12:11 PM
Eu faço minhas as palavras do Eufigénio quanto à coragem de aqui revelar a "primeira vez", e dou-te os parabéns pela forma como o fazes. Uma forma muito bonita, diga-se.
Mas este é dos tais desafios a que eu não vou responder - pudores com coisas que são só minhas (e de outra pessoa, obviamente ;) e que não compartilho num espaço assim público. No entanto, sempre vou dizendo que na primeira vez havia imenso amor entre os dois - tanto quanto inexperiência de ambas as partes :)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 12:23 PM
Ah, a beleza das primeiras vezes... E há lá vez melhor que a primeira?
Publicado por: Sérgio às janeiro 25, 2005 12:29 PM
Dependendo do ponto de vista ... claro que há, vez melhor que a primeira. E, já que estamos numa de partilha, posso dizer que a minha primeira vez foi com o namorado da altura e, era a primeira para vez para ambos. Assim, à distancia de muitos anos, foi uma experiencia que recordo com carinho, nada mais do que isso. Não foi traumático mas, teriam de passar umas quantas vezes e até umas quantas pessoas, para perceber o que faz as pessoas gostarem de sexo.
Publicado por: Karla às janeiro 25, 2005 12:45 PM
Este homem não deixa de me surpreender!
(mas pudores muito meus deixam esses relatos nas gavetas da minha intimidade, de modo que fico por aqui... mas em silêncio)
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 12:46 PM
melhor que a primeira vez? talvez todas as outras vezes em que (a cada vez) nos sentimos exactamente entre a vez anterior e a vez seguinte sabendo que de uma vez para outra somos sempre mais (ou menos) qualquer coisa.
Publicado por: Mi às janeiro 25, 2005 12:48 PM
OFF TOPIC:
Desculpem lá.
Ó Sr. Shark. Já te mandei o email.
Publicado por: descompensado às janeiro 25, 2005 12:51 PM
Boas tardes, gente linda. Pois é, já sabem que podem esperar um pouco de tudo deste vosso tubarão. Já referi várias vezes, só não digo mais porque não me perguntam. Sou um livro aberto e adoro dar-me a ler, pois é assim que me ofereço às relações. Sem nada a esconder, reafirmo.
Antes de mais: Descompensado, cá chegou e estou em pulgas. Do your best...
E prá senhora da casa: um ósculo de raspão (daqueles que só se dão quando o senhor da casa está por perto...).
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 01:27 PM
Desculpa a frontalidade Sergio mas, melhor que a primeira vez, qualquer uma das seguintes. É só escolher! :)
E porque sou da mesma escola da Karla ;), só após mais umas provas e mais duas pessoas é que considerei que era uma prática saudavelmente envolvente para a desejar no meu quotidiano.
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 01:52 PM
Azulinha e Eufigénio: não acho que seja um acto de coragem por aí além. Aconteceu assim, podia ter acontecido de outra maneira. Faz parte do que sou e até parece ter resultado muito bem, considerando o desenrolar dos acontecimentos.
E não está implícito desafio algum. Cada um(a) sabe de si e não tenho nada a dizer quanto à reacção que a posta possa provocar.
Naturalmente, e dado eu já ter exposto a minha impressão sobre a coisa, será natural que quem funciona como eu se sinta mais à vontade para trocar umas impressões sobre um tema tão patusco. ;)
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 02:12 PM
Maria Árvore e Karla: vocês começam a revelar tantas afinidades que qualquer dia preparo mesmo a escritura da nossa sociedade trifásica das palmeirinhas com aquecimento central... :)))
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 02:14 PM
Sharkie :)
já não é de bom tom :P dizer regime fascista, mas nacionalista :P
hoje vou ao teu bairro
1 abraço
Publicado por: golfinho às janeiro 25, 2005 02:19 PM
Claro que não é um desafio, mas, como se vê, a posta serve para fazer falar sobre esse tema. Pela minha parte, já disse o que me cabe dizer :)
Acrescento que concordo que as vezes seguintes têm tudo para serem muito melhores que a primeira. E que se calhar uma das coisas melhores de uma relação a dois é a uma vez poder-se seguir outra, e outra, e outra, e outra, e sempre mais. "One night stand" versus relação estável...
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 02:22 PM
O teu raciocínio está correcto, Zu. Mas não faz sentido meter o one night stand 'à bulha' com o 'relação estável' Ou seja, estamos a falar de emoções (e sensações) distintas.
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 02:44 PM
Olá, Golfinho.
Os nacionalistas não torturam pessoas nem lhes reprimem a liberdade à bruta. Pelo menos, por sistema.
Já os fascistas são unânimes na aplicação desses instrumentos.
Diverte-te no Bairro, aquilo é tudo gente boa! ;)
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 03:02 PM
Claro que são coisas distintas, Shark. E ambas têm o seu encanto e, se calhar, o seu momento. Referi-as porque dei comigo a recordar uma coisa que há tempos disse numa conversa: precisamente que uma das coisas melhores de fazer amor é saber que se volta a fazer. Que se repetem gestos, carinhos, sensações e emoções. Mas isto já é fugir ao tema "a primeira vez". Ou talvez não o seja totalmente. Porque se há uma só que é verdadeiramente a primeira vez, há todas as outras primeiras vezes, que de algum modo são (ou deveriam ser) como se tudo se descobrisse de novo. Como se o mundo tivesse renascido em dois corpos que se descobrem.
(Para quem ia ficar caladinha, muito faladora eu estou!)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 03:09 PM
Ò Zu, as palavras que ficam por dizer são como as obras literárias enclausuradas no fundo de uma gaveta. E a prová-lo está o teu comentário.
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 03:15 PM
Ouviste o que disse à Zu, Sofia?
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 03:17 PM
Mas sabes, Tuby, é assim que eu quero que fiquem - por dizer. Falo no geral, não particularizo, não dou exemplos.
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 03:28 PM
Compreendo.
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 03:43 PM
Trifásica?... Isso lembra-me dança. Hoje também há aqui festa?...
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 04:06 PM
Oh Zu e gostei tanto da forma como falaste das «outras primeiras vezes».
É tão bom descobrir novos sabores, novas cores, novas músicas, na magia de saber que ainda há coisas novas debaixo do céu. Nessas ocasiões, sempre me lembrei do Sérgio, como se fosse o primeiro dia do resto da minha vida.
E mesmo que se repita, é como o vinho do Porto: provar cada copo é um novo paladar. ;)
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 04:14 PM
Ouvi Tuby.
(por um bocadinho destapei os ouvidos e o som fez-se chegar)
Mas sabes, às vezes as gavetas ficam perras e custam a abrir e outras perde-se a chave de propósito...
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 04:14 PM
Brindo a isso, Maria!
(e festa é sempre que a malta queira. Num instante, com a ajuda de derEngenhocas se ainda for vivo, instalamos o material necessário)
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 04:18 PM
Zu e Maria...
"as outras primeiras vezes"
(vou continuar em silencio, por aqui. aconchego-me no sofá - faz-de-conta - e delicio-me)
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 04:19 PM
Fica à vontade, Sofia. Basta-me ter-te cá, mesmo caladinha...
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 04:29 PM
Mas agora eu vou-me calar um bocadinho, ou falo demais. Falo, por exemplo, das outras primeiras vezes que foram excepcionalmente deliciosas porque era suposto terem a tal continuação e afinal não tiveram, e do vazio que isso pode deixar. E disso não me apetece falar. Agora entende-se melhor a alusão lá em cima à tal dicotomia one night/ many nights? (ou days, as a matter of fact)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 04:32 PM
Pode ficar um vazio, é certo, mas fica também uma deliciosa recordação...
Publicado por: Karla às janeiro 25, 2005 04:44 PM
Passado muito tempo, Karla :)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 04:56 PM
Vocês, mulheres, são um presente de Deus. São mesmo a cereja no topo do bolo da Criação. Adoro a forma como pensam, a forma como falam e a forma como sentem. Bendita combinação dos cromossomas dos meus progenitores, sou de um género feliz!
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 05:03 PM
E tu não páras de me surpreender, ó esqualo de águas mornas :))
Também gosto muito de ser mulher. Não queria trocar, por nada deste mundo. E não me refiro só ao facto de tal me permitir ser mãe ;)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 05:09 PM
... tu, para tubarão ... davas um homem muito interessante.
Publicado por: Karla às janeiro 25, 2005 05:20 PM
(os tubarões não coram, os tubarões não coram...)
Publicado por: sharkinho às janeiro 25, 2005 06:05 PM
... em cada regresso a casa / rever-te nessa altivez / de milhafre ferido na asa...
Publicado por: peixinho da horta às janeiro 25, 2005 06:52 PM
Estamos em sintonia, Cap: já me tinha lembrado várias vezes de "que é sempre a primeira vez / em cada regresso a casa..."
Hmmm... eu acho que este Tubarão corou. Vivam os tubarões sentimentais!
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 07:24 PM
well well well, de q fala aqui?...
Eu por mim não tive aulas de planeamento familiar na escola e não foi por isso que a 1ª X foi mal planeada. Não me vou permitir comentar pormenores nem panoramas gerais mas adianto sumariamente que foi um desapontamento. A expectativa era grande da minha parte mas depois andei uns dias abananada, 'o quê, é só isto'?
A coisa compos-se com a continuação e afinal descobrimos ambos (eu) que era melhor, muito melhor! a emenda que o soneto :)
Não há nada como a continuação depois da descoberta, a 1ª vez é apenas um marco carregado de expectativas.
Agora vou ler os comentários. Escrevi demais? Ai, ai, como vos vou encarar no monte das mantas? a conversa da exposição, da nudez é tramada, azulinha.
submeter, já está.
Publicado por: vague às janeiro 25, 2005 07:38 PM
"melhor que a primeira vez? talvez todas as outras vezes em que (a cada vez) nos sentimos exactamente entre a vez anterior e a vez seguinte sabendo que de uma vez para outra somos sempre mais (ou menos) qualquer coisa."
Mi, é isso. É enigmático, mas é isso :)
Publicado por: vague às janeiro 25, 2005 07:43 PM
"E ambas têm o seu encanto e, se calhar, o seu momento. Referi-as porque dei comigo a recordar uma coisa que há tempos disse numa conversa: precisamente que uma das coisas melhores de fazer amor é saber que se volta a fazer. Que se repetem gestos, carinhos, sensações e emoções. Mas isto já é fugir ao tema "a primeira vez". Ou talvez não o seja totalmente. Porque se há uma só que é verdadeiramente a primeira vez, há todas as outras primeiras vezes, que de algum modo são (ou deveriam ser) como se tudo se descobrisse de novo. Como se o mundo tivesse renascido em dois corpos que se descobrem."
derZu
e acho q vou parar por aqui as subscrições, já dei mesmo a minha opinião mais profunda no tema patusco. Q é um tema natural, não é?
beijinhos por aqui**
Publicado por: vague às janeiro 25, 2005 07:59 PM
"E ambas têm o seu encanto e, se calhar, o seu momento. Referi-as porque dei comigo a recordar uma coisa que há tempos disse numa conversa: precisamente que uma das coisas melhores de fazer amor é saber que se volta a fazer. Que se repetem gestos, carinhos, sensações e emoções. Mas isto já é fugir ao tema "a primeira vez". Ou talvez não o seja totalmente. Porque se há uma só que é verdadeiramente a primeira vez, há todas as outras primeiras vezes, que de algum modo são (ou deveriam ser) como se tudo se descobrisse de novo. Como se o mundo tivesse renascido em dois corpos que se descobrem."
derZu
e acho q vou parar por aqui as subscrições, já dei mesmo a minha opinião mais profunda no tema patusco. Q é um tema natural, não é?
beijinhos por aqui**
Publicado por: vague às janeiro 25, 2005 08:00 PM
Ainda me lembro da primeira vez: o meu avô tinha-me prometido um relógio e eu, ao fim de um mês de escola, cheguei a casa e disse-lhe que já estava. Então ele pegou num livro, abriu-o ao acaso e estendeu-mo dizendo: «Lê!» e eu li.
Publicado por: peixinho da graciosa às janeiro 25, 2005 08:03 PM
Ó peixinho, não era essa primeira vez! Mas ainda me recordo do primeiro livro que li sozinha, e reli, reli, reli, e agora redescobri ao ler à minha filha: "A ilha secreta", da Enid Blyton, claro.
Publicado por: Dori às janeiro 25, 2005 08:17 PM
Eu alambuzei-me com a colecção completa dos Cinco e dos Sete, entre outros tantos. ;)
Publicado por: peixinho do faial às janeiro 25, 2005 08:29 PM
Ò Paracanthurus Hepatus (vulgo Dóri), olha o que encontrei para ti:
http://www.malawicichlidhomepage.com/other/paracanthurus_hepatus.htm
:)))))
Publicado por: peixinho do pico às janeiro 25, 2005 08:47 PM
Esse peixinho que transmuta de ilha :) fez uma pergunta difícil. Mas o primeiro livro que li foi o Capuchinho Vermelho e depois a Cinderela, ambos com muitos bonecos e poucas letras. Depois li os Cinco, os Sete e a colecção Mistério, também da Enid Blyton. Não suportava mesmo era as Gémeas e o Colégio das 4 Torres porque aquilo era muito para meninas e eu cá era mais a João dos Cinco.
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 09:06 PM
Lindas fotos, Peixinho das ilhas! Obrigada, sou de facto muito fotogénica (apenas em forma de peixe, infelizmente).
A colecção Mistério é fantástica, não é, Maria? Essa ficou para a minha irmã, tenho de lha pedir para a minha filha. Eu gostava dos livros das meninas nos colégios, nunca fui muito maria-rapaz; e a Miosótis adora!
Ando-lhe a ler outros livros da E. Blyton, das aventuras de 2 irmãos, um primo com um cão lunático e um amigo com uma macaca. Divertimo-nos as duas com as histórias de antes de ir dormir :)
(Esta viragem nos comentários foi fantástica: de sexo para livros infantis, ena!)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 09:25 PM
Belíssimo texto!
As aulas sobre sexualidade que tive qdo era teenager, foram dadas por uma freira! Andei num Colégio cheio delas! :)
Publicado por: Carolina às janeiro 25, 2005 09:51 PM
Eia!
... e pronto, fiquei rendida!
Não vou tecer mais comentários...
Jinhus gandes :)
Publicado por: Sue às janeiro 25, 2005 09:51 PM
:) Maria_Árvore era a Zé (mas tu não dás a entender ser maria-rapaz ;) )
Menina dos 1000 nomes, aquele comentário entre parênteses será confirmado (ou não). :)
(quando se cansarem de leituras, digam. Sempre podemos mudar o tema da conversa para os dotes culinários, por exemplo, que o nosso esqualo quando chegar nem reconhece a mobília da casa)
Publicado por: peixinho das flores às janeiro 25, 2005 09:58 PM
O esqualo corre connosco daqui para fora, isso sim (mas, ó peixinho, tu deixaste um comentário no meu cantinho que eu não percebi lá muito bem; importas-te de explicar?)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 10:06 PM
A colecção Mistério era a que eu gostava mais Zu, porque os mistérios e as aventuras estavam todas ali num quotidiano que me era mais próximo.
E a tua Miosótis não gosta dos livros da Anita? Nem das histórias de contos de fadas? (é que apesar de antigos eu acho que estes livros encantam todas as gerações de meninas)
Publicado por: maria arvore às janeiro 25, 2005 10:06 PM
Já passou essa fase, Maria (são quase, quase 10 anos), mas gostou muito. Não sei se tens filhos, mas uma das muitas coisas divertidas de ser mãe é voltarmos a encantar-nos com os livros da nossa infância - e ainda apanhamos com os da geração deles, e assim eu leio Alice Vieira, de quem pouco conhecia, o Harry Potter e muitas outras coisas.
Eu também gostava tanto da colecção Mistério! Dos disfarces do Hugo, do cãozito amoroso, do polícia bronco... Tenho mesmo de ir fazer uma troca de livros com a minha mana :)
Publicado por: 1poucomais às janeiro 25, 2005 10:12 PM
Zu, vou lá ver (nem eu sei já o que é...) :)
Mary_Tree, acho que todas as meninas gostam da Anita (eu conto duas, uma delas ainda nem ler sabe, mas já me conta algumas das histórias).
Publicado por: peixinho do corvo às janeiro 25, 2005 10:15 PM
Tens toda a razão, peixinho. Eu é que confundi os nomes porque o que tinha a certeza era que a maria-rapaz do grupo tinha um nome masculino.
E sim, era maria-rapaz. Não gostava de brincar com bonecas mas antes com comboios, pistas de automóveis e de jogar à bola qualquer modalidade colectiva. Cheguei mesmo a jogar federada aquele desporto frágil que dá pelo nome de andebol.
(mas nota-se assim tanto?... não sou feminina?... chuif...chuiffff)
E aproveitando o mote sempre adorei cozinhar. Porque é criativo: mesmo que façamos a mesma receita há sempre hipótese de alterar qualquer coisinha para dar um travo especial.
E porque comer é um enorme prazer.
Publicado por: arvore de santa maria às janeiro 25, 2005 10:17 PM
Disfarces do Hugo? Que raio de coisa escrevi? Era o Gordo!!!
Eu só gosto de cozinhar para outra pessoa. E mesmo assim, gosto é que cozinhem para mim - sou conquistável pelo estômago :)
Publicado por: Zu da Terceira às janeiro 25, 2005 10:20 PM
Oops... pensei que ela mais novita!... A minha filha tem 7 e concordo que o melhor é podermos voltar a brincar com uma montanha de brinquedos e agora, até existem coisas muito mais engraçadas.
A Alice Vieira, escreve tão bem e curiosamente ela começou a escrever essas histórias para os seus filhos e depois para os seus netos.
Publicado por: arvore de são miguel às janeiro 25, 2005 10:27 PM
"a foca apanha no ar os peixes para o seu jantar"
Ainda nem sabia ler mas já conhecia este livro de cor... quando o comecei MESMO a ler, ninguém reparou e tive de mudar de livro
Agora só falta lembrar-me do nomes dos 2 livros!
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 10:28 PM
A minha filha começou a ler sozinha. Um dia chamou-nos e orgulhosamente leu um pedaço de um livro que não sabia de cor. Nunca mais parou...
Publicado por: Zu da Graciosa às janeiro 25, 2005 10:32 PM
A minha 1ª vez foi com os livros da Anita. Depois passei para a Heidi. Li os 5 e os 5, preferia os 5, era uma fascinação. Li o colégio das 4 torres, mas não muitos. Andei depois numa fase de Patrícias, Verónicas e Danielas. hei, calma com essa imaginação. isto não é o q parece.
Publicado por: quero uma aspirina e um chá de tília! às janeiro 25, 2005 10:34 PM
Não tenho filhos mas ver os meus primitos e os sobrinhos adoptivos a descobrir a escrita e a leitura é mesmo muito bom
Publicado por: sofia posso ser de porto santo? às janeiro 25, 2005 10:35 PM
E foi assim a minha 1ª X. Agora passo o testemunho à minha sobrinha. Tem 2 meses, e já tem tb alguns livros. Comprei-lhe alguns do meu imaginário infantil, Anita por enquanto e quando ela tiver mais idade, outros livrinhos arranjarei para a minha bolinha de casaco e meias com bébé lá dentro, como diz a Mi, referindo-se à filhota dela.
Publicado por: chá de tília com aspirina às janeiro 25, 2005 10:40 PM
é o há, isto tem de ir a benurons.
Publicado por: Benuron do faial às janeiro 25, 2005 10:54 PM
(Guardo as melhores recordações do Porto Santo. Ando cheia de vontade de lá levar a Miosótis e vê-la coberta daquela incrível areia)
Também adorava as Patrícias, e li as Danielas também. E os livros da colecção Boutique, alguém se lembra
Publicado por: Zu do Porto Santo, boa ideia! às janeiro 25, 2005 10:55 PM
Chez_Árvore o que eu disse é que não se nota que fosses maria-rapaz! Ou então mudaste bastante. ;) Há lá leitura mais feminina que a tua...
E comer também é um prazer. :)
Graciosa :)
Sofia, aqui podes ser de onde muito bem quiseres. O tecto do mundo é o limite. ;)
Vague'ita, o que é que isso te parece??? A mim parece que é fácil perceber a urgência da aspirina. :)))
Publicado por: peixinho da terceira às janeiro 25, 2005 10:55 PM
Vague, isso hoje está mau...
Boas melhoras
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 10:58 PM
Vaguezinha (eu posso usar o "z"), toma dois benurons e caminha. Com uma beijoca para ajudar às melhoras.
Publicado por: Zu às janeiro 25, 2005 11:03 PM
Menina Vague, está na horinha de nanar (e esquece as patetices que o meu homónimo da terceira disse). Beijinho de boa noite.
(Peixinha vegetariana, reposta às dúvidas via caixa dos segredos)
Publicado por: peixinho de S. Miguel às janeiro 25, 2005 11:06 PM
Menina Vague, está na horinha de nanar (e esquece as patetices que o meu homónimo da terceira disse). Beijinho de boa noite.
(Peixinha vegetariana, resposta às dúvidas via caixa dos segredos)
Publicado por: peixinho de S. Miguel às janeiro 25, 2005 11:06 PM
Olha! Gémeos... :)
Publicado por: peixinho de S. Jorge às janeiro 25, 2005 11:08 PM
Gosto tanto desta sala de estar, mas devia estar a trabalhar e já nem vejo nada de nada, de modo que vou para a cama.
E já que se fala também de livros... "adeus tsugumi" até adormecer.
Fiquem bem
Publicado por: sofia às janeiro 25, 2005 11:14 PM
Felizmente crescemos e não somos sempre girinos. :)
Publicado por: arvore do atlantico às janeiro 25, 2005 11:15 PM
Boa noite, Sofia! Não conheço o livro, depois conta como é.
Ser girino ou adulto, como tudo na vida, tem prós e contras. Às vezes apetecia-me ser a filhinha que se senta no colo da mamã, ela dá beijinhos e todos os males se desvanecem :)
Publicado por: Zu às janeiro 25, 2005 11:23 PM
Zu, tenho tb boas recordações desse meu ano, sobretudo quando apanhámos o avião-trotinete da Madeira para Porto Santo. Foi um voo cheio de emoção, avião pequenino e a voar baixo, mais um pouco e molhava os pés na água.
Obg Sofia, Cap e Zu pelas melhoras.
Agora cama, q ainda tenho q ler (e não é lazer) e esperemos q amanhã não tenhamos ordem de despejo por uso indevido do local arrendado.
Beijinhos teletransportados nas pontas dos meus dedos, e...
Desapareci!
Publicado por: Porto Santo girl às janeiro 25, 2005 11:25 PM
Meu Deus, o que para aqui vai ... anda tudo com crise de identidade? Personalidade multipla?
Publicado por: Karla às janeiro 25, 2005 11:30 PM
Chego sempre atrasada, no meio da confusão, agorá é peixes e receitas e àrvores no meio da festa e eu não percebo nada.
Adiante, que o que eu quero é deixar um recado ao dono da tasca: tubarão de água doce, faxavor de ver o mail, tou a ver que ficamos todos na rua, nem monte, nem mantas, é o que é...
A sério, lindas: não consigo acompanhar o vosso ritmo aqui, mil coisas para fazer e depois de as acabar caio de sono e não digo coisa com coisa. Talvez amanhã possa falar das minhas colecções de livros preferidas...;-) Beijos a todos.
Publicado por: Mar às janeiro 25, 2005 11:30 PM
Anda uma gaja a trabalhar até estas horas e chega aqui e não percebe nada do que se esta a passar ... vou-me então, pode ser que amanhã consiga apanhar o comboio a horas.
Publicado por: Karla às janeiro 25, 2005 11:33 PM
Karla e Mar, vocês têm toda a razão. Isto hoje foi um delírio aquático, mas a água do Charquinho estava tão boa... :)
Publicado por: Dori das Grenadines às janeiro 26, 2005 12:11 AM
Ninguém sai sem dar uma mãozinha nas arrumações. Já estou a imaginar o ar do Bruce a dizer que não come peixinhos há três semanas.
Lembra-te, Bruce: os peixes são nossos amigos! :)
Publicado por: peixinho das desertas às janeiro 26, 2005 01:22 AM
Ora, está tudo arrumadinho. Só ainda não repusemos como tema de conversa sexo, mais nada. Mas não seja por isso. Ponto de ordem: depois de incursões pela piscicultura e os livros infantis, regressa-se aos prazeres da carne (o que me fez pensar que me apetece comer um bom bife...).
Publicado por: Dori das Grenadines às janeiro 26, 2005 01:48 AM
já sabia ;-)
estive mesmo perto de ti, na ADEB. um abraço!
Publicado por: golfinho às janeiro 26, 2005 01:57 AM
Ena! Tudo arrumadinho, asséptico, diria mesmo!
Onde é que vocês andam!!!??? Caneco, quando eu chego cheia da pica é que foi tudo dormir? Toca a levantar e é já!
E Shark, estou aqui de mão estendida há 3 ou 4 posts, cheia de cãibras no braço e a dança nunca mais sai?
Publicado por: Mar às janeiro 26, 2005 11:19 AM
Sem genica!
(estou com a tensão baixinha...)
E o dono da casa que ainda não apareceu?
Publicado por: sofia às janeiro 26, 2005 11:33 AM
Bom dia! Mar, espero que tenhas recebido a minha mensagem com mantas e bonecos. Agora não corremos o risco de nos cruzarmos no estádio do Glorioso sem sequer darmos por isso ;).
Sofia, desculpa o atraso mas estive a postar no Afixe e demorei um bocadito mais (além de o trabalho me obrigar de vez em quando - grrrr - a abandonar esta casa que adoro por vocês a frequentarem).
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 11:57 AM
Olá, olá, bom dia a todos.
Folgo em ver que hoje, alguém acordou, com o seu verdadeiro Eu ... ja estava a ficar preocupada.
Publicado por: Karla às janeiro 26, 2005 12:04 PM
Bom dia! Ainda bem que o dono da casa não se aborreceu com a invasão dos peixinhos das ilhas ;))).
O teu post no Afixe merece comentários, mas vão sair lá - quando houver tempo, que o tema é sério e não se comenta com três tretas.
Publicado por: 1poucomais às janeiro 26, 2005 12:09 PM
A minha primeira vez, caros camaradas, foi com um francês inexperiente na matéria, muito romântico, sim, mas não me deu tesão nenhuma. Era virgem (coitado, violei-o) e eu também. Estão a ver a cena, não tão?
Depois, o melhor é não falar porque tornei-me numa autêntica Madonna, madre mía, os homens que se escondam... e pronto.
Outra coisa: Já não tenho blog, mandei o meu diário ao ar. Não gosto de ser fodida por escritores. O melhor é eu tratar dos assuntos com editoras e não expor as coisas na net. É a melhor solução para não arranjar problemas (já que tenho tendência para os arranjar fortemente).
Publicado por: Claudia às janeiro 26, 2005 12:13 PM
Bom dia!
Essa coisa do trabalho, Tuby, é lixada... e tem cá uns dias...
Quanto ao post do afixe, sublinho o que diz a Zu.
E a Vague, será que está melhor?
Publicado por: sofia às janeiro 26, 2005 12:28 PM
Credo, que se passou ontem aqui? Está uma pessoa, o teletuby, no seu blog a escrever sobre 1 tema sério como é o sexo (é sério sim!) e aparece um grupo q deve ter andado nos copos sabe-se lá onde e desforra-se. Pobre dono de blog.
Acho q o BabyFred tb anda assustado :( Fred, q é feito das estratégias oblíquas? :( estava tão giro.
Isto aqui não é a casa da sogra e eu porto-me bem, mas no trabalho é suposto ser séria e aqui não. Acho q ainda se assustam comigo e eu fico envergonhada e escondo-me debaixo das mantas, adormeço, emudeço (ao vivo sou menos faladora, sério)
Voltemos a assuntos sérios.
Meninas! Cheguem-se aqui. E que tal se formássemos mais uma associação? a apapedica já tem estatutos, está tudo legal. A minha ideia agora era uma associação ou um blog que se podia chamar "blospot-mulher" para tratarmos de coisas que não interessam aos gajos, perdão, aos homens, tipo os melhores cremes, últimas novidades, o creme verde milagroso da Catarina, etc e tal.
Babyshark, isto aqui não é sítio de rebaldaria, é o teu espaço e basta uma palavra tua e nós entramos na ordem :)
(digo eu...que essa malta como a zuportosanto, a portosanto girl, o merlin e a dori...
não sei não...)
Publicado por: vague às janeiro 26, 2005 12:33 PM
Realmente, Karla, produziu-se um estranho efeito aquário nesta caixa durante a nossa ausência. Era só peixe graúdo e paetitoso, mas enfim, os peixes são nossos amigos, não comida...
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 12:39 PM
Desculpa lá, Zu, pelo tema feio da minha posta no Afixe, mas o tema mexe comigo e ando de olho num caso concreto perante o qual estou impedido de tomar a atitude que desejaria.
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 12:44 PM
Mete outro post que isto já se está a tornar monótono.
Publicado por: Helena de Barros às janeiro 26, 2005 12:53 PM
Desculpa? Acho muito bem que trates esse tema. Felizmente nunca lidei com casos desses de perto. Mas o comentário ficará para o Afixe, como disse - lá para a noite, que agora não tenho tempo.
Publicado por: 1poucomais às janeiro 26, 2005 01:47 PM
Cláudia: recebi a imagem que me enviaste. Obrigado.
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 02:01 PM
Por acaso alguém sabe do derFred?
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 02:11 PM
De nada, Charquinho. Encontrei-a. Pu-la no meu blog para dizer "finito" ao pessoal, mas lembrei-me do Ruínas, claro, e enviei-to. Não podia deixar de ser. Barahona Possollo é um dos pintores que mais admiro. Não me perguntem porquê. Adoro os quadros daquele tipo. Formou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa com uma média exorbitante. Admiro aquele gajo :-)
Outro quadro dele que eu adoro, "Fuga".
Publicado por: Helena de Barros às janeiro 26, 2005 02:13 PM
Shark, ainda há pouco, esbarrei com ele, na casa da outra senhora, aquela que se veste de folhas ...
Publicado por: Karla às janeiro 26, 2005 02:27 PM
Eu não me chamo Eva ;).
E é pena que a vida não seja um paraíso. Não haveria necessidade de o Shark escrever o que escreveu, desconfortalvemente.
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 02:31 PM
Podes não te chamar Eva mas, eu apostava, em como dás umas trinacas na maçã ... :-)
Publicado por: Karla às janeiro 26, 2005 02:34 PM
Huummm... trinacas, Karla? Soa interessante...
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 02:46 PM
Dou trincas em maçãs e em maracas.
Aliás, adoro ir ao dentista...
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 02:49 PM
Pimba! 100...
Publicado por: bill às janeiro 26, 2005 02:49 PM
Trinacas!?!?
Eu queria dizer trincas, dentadinhas, mordidelas ... lambuzices ... e fico-me por aqui.
Publicado por: Karla às janeiro 26, 2005 02:54 PM
e fodas? não vos diz nada?
Publicado por: Helena de Barros às janeiro 26, 2005 02:56 PM
Quem fala na barca, quer embarcar.
Publicado por: bill às janeiro 26, 2005 03:11 PM
Sim Karla porque este Charquinho é uma barzinho familiar, aconchegante, onde gente adulta discute tudo o que lhe dá na bolha, com muito carinho, muita ternura e muito amor.
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 03:11 PM
Estaremos 100barca?
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 03:13 PM
Repito:
Quem fala na barca, quer embarcar.
Publicado por: bill às janeiro 26, 2005 03:15 PM
Ò Maria, também se podem dar uma trinacas de vez em quando... porque não? Uma pitadinha de chez nous, sei lá...
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 03:16 PM
Tens aqui um belo charco, ó sharquito... virtual, mas molhado.
Publicado por: bill às janeiro 26, 2005 03:19 PM
Porque não?... É um neologismo como outro qualquer. ;)
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 03:26 PM
Grande entrada, Bill. Vai aparecendo que eu gosto do teu estilo, pá. Não és 'apenas mais outro'...
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 03:30 PM
Shark, Karla, fazem-me um favor?...
Deixei de ver o meu blogue... Vocês conseguem vê-lo?...
Antecipadamente grata :)
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 03:39 PM
Está lá, Maria-em-pânico ... com comentários e tudo.
Publicado por: Karla às janeiro 26, 2005 03:52 PM
Bigada Karla :) Mil beijos
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 03:58 PM
Também lá fui e deixei rasto da minha passagem, Maria.
Publicado por: sharkinho às janeiro 26, 2005 04:00 PM
Eu já vi. E nem entornaste nada. :)
Publicado por: maria árvore às janeiro 26, 2005 04:40 PM
O bill tem uma linguagem aliciante...
Publicado por: Helena de Barros às janeiro 26, 2005 05:18 PM
Sharkinho, estou aqui.
Muito trabalho. Abraço.
Publicado por: derFred às janeiro 26, 2005 06:52 PM
Vague eu alinho nessa do blogspot-gajas, isto uma pessoa quer aqui discutir assuntos importantíssimos para o futuro da nação e ter gajos a arrepiarem-se por nos ver depilar as pernas não é agradável. Conta com moi ;-)
Shak, recebi a mensagem das mantas e estou já a dar os passos seguintes, depois te informo. Agora os bonecos das mantas é que são muita fixes...aquela guedelha fica bem até num peixe (tubarão é peixe??) ;-))
Publicado por: Mar às janeiro 26, 2005 07:19 PM
Vamos lá recentrar a discussão.
A minha primeira vez: decepcionante; sensaborona.
Pronto, podemos descentrar outra vez.
Publicado por: derFred às janeiro 26, 2005 09:36 PM
Mar, vai ao Afixe e inscreve-te no post da Emiéle, a coisa está a tomar forma, vai antes q esgote! :D :D
Publicado por: vague às janeiro 29, 2005 07:36 AM