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abril 12, 2005
O TAMANHO DA TESTA

Conforme prometido, vou abordar um dos temas mais melindrosos para qualquer macho da espécie que tenha ouvido falar do John Holmes (1). Sim, o tamanho conta. Pelo menos conta nas preocupações de muitos dos meus companheiros de classe. E nas da outra classe também (embora sob diferente perspectiva).
Eu já me assumi mediano e tenho por isso uma posição confortável na matéria. De resto, aprendi cedo que os centímetros de pila a mais ou a menos podem constituir uma questão secundária quando compensados na dimensão da testa. No interior da nossa tola, na forma como encaramos a nossa vida sexual, residem os argumentos prioritários.
Mas isto é um gajo a falar e admito que esta minha interpretação possa ser demasiado subjectiva.
A questão do tamanho, para além de ser um viveiro de excelentes anedotas, é um foco permanente de tensão mal disfarçada. Para qualquer homem traído, o embaraço de concluir que a "sua" companheira o preteriu por causa do mastro do rival é um mal menor perante a mínima suspeita acerca do seu desempenho na cama. É que as pilas sairem grandes ou pequenas constitui um capricho aleatório da mãe natureza e quanto a isso, nada a fazer (2). Mas a falta de entusiasmo para satisfazer a parceira já não se pode descartar com a mesma paz de espírito. Por isso mesmo, tendo a concluir que uma explicação em centímetros é preferível a uma alternativa em minutos...
O nervoso miudinho assoma a mente de qualquer um de nós quando, no urinol, ficamos com a impressão de que o bacano do lado nos controla o penduricalho pela surra. Quero acreditar que essa preocupação está relacionada com o pavor aos olhares gay (embora me custe a crer que um homossexual arrisque ou considere sequer tal hipótese). Porém, existe a remota possibilidade de estar em causa o facto de assim, a fazermos chichi, desarmados da nossa desmesurada erecção, soarmos minúsculos com aquela coisa flácida entre mãos. São questões que me ultrapassam.
Aliás, cada um reage à sua maneira quando o tema aflora o seu pensamento ou (raramente) as conversas em que participa. Quando se trata de um grupo estritamente masculino, só através do humor o assunto pode vir à baila (nunca um homem coloca a outros essa dúvida existencial tabu). Em grupos mistos acaba por dar na galhofa (a única saída airosa para o desconforto que se instala nos presentes com estatuto de filho varão). Nos grupos delas não faço ideia de como e se a conversa se desenrola. Intuo que prefiro nem saber.
Naturalmente, compete às mulheres (cuja posição me tem soado algo ambígua nas conversas que mantive a propósito) definir a relevância da fita métrica nas suas opções ou preferências. Mas julgo que nós homens deveríamos confrontar-nos com os nossos medos nessa questão, expurgar receios infundados que estão na origem de tantas rugas de expressão.
Pela parte que me toca, nunca ocorreria justificar um resultado pouco satisfatório com base em tal argumento. Seria uma desculpa de mau pagador. E custa-me a acreditar, excepto nos casos dos meus colegas a quem o destino se exibiu parco em demasia, que a verdade dos factos passe por aí. Isto não implica, claro, que não seja tão normal existirem mulheres adeptas de pilas de palmo e meio como homens desvairados por mamas versão Dolly Parton ou Fáfá de Belém.
Outra verdade insofismável é de que mais vale um pequenino mas trabalhador do que um adamastor molengão. Esta é pelo menos a teoria que mais nos conforta, quando descobrimos algures na vida, com enorme desgosto, que entre a nossa e a de uns quantos há uma confrangedora diferença. Quando somos muito jovens, essa ameaça paira-nos sobre a crista como um imenso papão (3). Pode até inibir-nos, se sabemos que fulana já esteve com um indivíduo mais velho ou com o tipo de quem se diz ser parente daquele deputado castiço que fez escola. "E se ela acha o meu coiso minorca e desata-se a rir em plena função"? É assustador, naquela fase decisiva de afirmação pessoal. Depois a gente cresce e os fantasmas desaparecem.
Não é?
(1) Actor de filmes pornográficos, trata-se de um homem que se notabilizou no género sem encontrar rival à altura. Em comprimento, para ser mais exacto...
(2) Isto se não acreditarmos nas inúmeras e diversificadas propostas que o spam nos faculta. Ou numas máquinas de sucção(?) que alegadamente vão esticando o dito cujo se nos aplicarmos com dedicação. Enlarge your penis e afins.
(3) Vinte centímetros ou mais.
Publicado por sharkinho às abril 12, 2005 10:28 AM
Comentários
Eu diria que as mulheres não são tão pilocêntricas como imaginas :)
Publicado por: Mi às abril 12, 2005 11:02 AM
Não sei se viste o filme Henry and June.
Nesse filme, Annais diz que o marido tem um pénis muito grande, que a magoa, e que gosta dele mais pequenos, como o do Henry, até porque são mais esforçados.
Confesso que foi o filme que me aliviou finalmente desses fantasmas ;-)
Publicado por: Especialista em filmes infantis às abril 12, 2005 11:07 AM
Não me dês esse desgosto, ò Mi! E eu que pensava que era quase um culto...
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 11:07 AM
O importante é o poder de encaixe :))
Publicado por: Mi às abril 12, 2005 11:08 AM
Ups, esta do "Especialista em filmes infantis" estava cá desde que comentei o nome Mushu, num dos últimos posts.
Achei por bem dar este aviso, antes que pensassem que o "Henry and June" é um filme infantil... ;-)
Publicado por: Jorge Morais às abril 12, 2005 11:09 AM
Mi,
gostei dessa do poder de encaixe... ;-)
Agora ainda me sinto melhor...
Publicado por: Jorge Morais às abril 12, 2005 11:10 AM
Concordo com a Mi - as mulheres não são tão pilocêntricas (gostei da expressão)
Bom dia
Publicado por: sofia às abril 12, 2005 11:29 AM
Concordo com a Mi e a Sofia. Citando um velho chavão, não é o tamanho que importa, mas o que se faz com ele. Tal como o 'tempo swatch'.
Concedo que possa ser um problema em casos extremos de invulgar pequenez (em comprimento ou diâmetro), mas até para isso há solução, a medicina tem evoluído muito.
:)
Publicado por: Lisa às abril 12, 2005 11:57 AM
Lol, Jorge, ganda calinada! Mas até resultou num trocadilho catita. Abraço, parceiro.
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 12:13 PM
Bom dia, Sofia! E os homens, serão... ou não? ;)
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 12:14 PM
Até ver, o pilocentrismo está em acentuado declínio. Contigo, Lisa, já são três as despilocentradas.
Só ainda não cheguei à conclusão se isso é bom ou mau sinal... :)
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 12:17 PM
Sobre se os homens o serão... eu diria que tem para eles bastante importância
Mas nada melhor que os homens para responder a isso, não achas Tuby?
Publicado por: sofia às abril 12, 2005 12:27 PM
A Mi disse tudo, e disse muito bem. "Tamanho não é documento", como dizem os brasileiros. Nem na altura das pessoas, nem no comprimento de um certo apêndice masculino.
E, já agora, a Anaïs tinha toda a razão.
Publicado por: 1poucomais às abril 12, 2005 12:33 PM
É claro que o tamanho importa ... quando é demasiado grande ou, demasiado pequeno. Há um tamanho para senhoras, que devia ser normalizado ... ou não.
Publicado por: Karla às abril 12, 2005 01:18 PM
Quanto ao tamanho da testa ... tudo depende dos adornos. Eu costumo usar os óculos de sol a prender os cabelos ... :)
Publicado por: Karla às abril 12, 2005 01:20 PM
Esqueci-me de comentar a imagem: como sempre, muito bem escolhida. Mas a passar para outro tema, que também tem a ver com tamanhos ;).
Publicado por: 1poucomais às abril 12, 2005 01:49 PM
Já tinha pensado nisso, Zu. Serão eles mamocêntricos? ;-)
Publicado por: Mi às abril 12, 2005 01:55 PM
Sim, mas apenas nós, as vítimas anónimas de um cruel trauma de infância...
Publicado por: desmamado precoce às abril 12, 2005 02:30 PM
Zu, tu não cessas de me surpreender. A maldita tese oprimia-te, pá!
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 02:32 PM
Um tamanho para senhoras, Karla? Isso implica a existência de um tamanho para senhores (normalizado, claro está)? :)))
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 02:34 PM
Duas pilas vão a um concurso de medidas. Uma passa com 16 centímetros e fica muito contente. A outra reprova com 9 e fica ainda mais contente.
Diz a de 16 para a outra:
- Porque é que ficaste tão contente?
- Com 9, quer dizer que vou à oral...
Publicado por: bill às abril 12, 2005 03:49 PM
a digitalizar....passo a correr sem ler para te dar um beijo. Saudades de te ler com tempo.
Publicado por: Luna às abril 12, 2005 03:53 PM
Parece-me que também faço parte do clube das despilocentradas. ;)
Muitíssimo mais importante que o tamanho é arte do jogo...
Publicado por: CotaMarada às abril 12, 2005 03:53 PM
Há alguns anos, os Estados Unidos resolveram fazer um estudo destinado a descobrir por que a extremidade do pénis é de um diâmetro maior do resto do órgão. O estudo levou dois anos e custou um milhão de dólares, e os americanos chegaram à conclusão que se a cabeça é maior do que o resto do pénis é para dar maior prazer ao homem quando ele está a "coisar".
Este resultado não convenceu os alemães. Resolveram fazer a sua própria pesquisa, e, depois de três anos de estudo e 3 milhões de
marcos de custo, chegaram à conclusão que a cabeça do pénis é maior do que o resto é para que a mulher sinta mais prazer na relação sexual.
Quando os resultados das duas pesquisas foram publicados, a Universidade de Coimbra não se convenceu, e mandou fazer uma por sua conta. Depois de três semanas de estudos intensivos e um custo de 500 escudos, os pesquisadores de Coimbra chegaram à conclusão que se a cabeça do pénis é mais larga do que o resto do órgão é para impedir a mão de escorregar e bater na testa.
Publicado por: bill na tropa às abril 12, 2005 04:06 PM
Mais um tema de superior importância, introduzido (salvo seja), pelo meu estimado sócio e que irei apreciar convenientemente (o tema, o texto, o texto...), para depois me poder pronunciar de forma abalizada...;-)))
Publicado por: Mar às abril 12, 2005 04:56 PM
Proposta indecente??!
Publicado por: Gotinha às abril 12, 2005 05:46 PM
Ó Shark, até parece que eu nunca dizia nada mais atrevido aqui antes de acabar a tese! O que disse eu de especial hoje? Nada, apenas dei razão à Mi e à Anais Nin.
Mar, o teu comentário é tão, tão... de me fazer rir à gargalhada! lol
Publicado por: 1poucomais às abril 12, 2005 05:48 PM
(Devo estar com a atenção centrada noutro tema. Voltei aqui e li "O TAMANHO DA SESTA")
Publicado por: Mi às abril 12, 2005 06:34 PM
(Também podia ser "O TAMANHO DA FESTA") :)))
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 07:10 PM
A festa não se faz se o tamanho dos cálices for tão diminuto que só lá caiba uma gotinha. Tamanhos muito grandes servem mais para a vista do que para trabalho efectivo: o sangue tem de se esparramar num espaço maior e fica menos compacto.
Mas «pilocêntricas» como já se disse, não serão as mulheres. Toda a comunicação da festa é que a torna inesquecível. Ou seja, pode-se ter a melhor aparelhagem mas se só se toca lá música do Zé Cabra, a festa é um pesadelo.
Publicado por: maria arvore às abril 12, 2005 07:51 PM
Ora toma! Visteis? Party Zone é Chez Elle...
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 08:27 PM
Estiveste bem, como sempre, Bill. És um sem-fim de surpresas que fazem sorrir. Boa onda a tua, companheiro. :)
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 08:30 PM
Ò sócia, estou com a Zu: hilariantes as tuas "fintas" entre parentesis. Nem o Cristiano Ronaldo, rapariga, nem ele...
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 08:37 PM
Hum, diria que as mulheres também não são assim tão despilocentradas como isso. Mas ao que parece é mais a espessura do que o comprimento, o que se encaixa perfeitamente no segundo comentário da Mi.
Um palmo e meio?! Deve haver uma parte que fica de fora, não? isso é grande demais.
Publicado por: susana às abril 12, 2005 09:02 PM
Nunca me imaginei boa defesa (por causa das fintas), eu é mais avançada mesmo mas se fôr preciso também dou uns toques à baliza(xiiii, acho que com esta me espalhei ao comprido. Com a defesa, quero eu dizer...) ;-))))
Publicado por: Mar às abril 12, 2005 09:02 PM
As mulheres, Charquinho, pela minha experiência, não falam no tamanho do sexo masculino. E quando nos referimos ao objecto em questão, rimo-nos às gargalhadas. Que tenha cabeça grande ou pequena, que seja liso ou enrugado, que seja estreito ou grosso ou até mais ou menos curto (há umas que são enormes!), o que acontece é que logo que funcione... não há razão para queixa de maior envergadura. Só queremos é que aquilo se entese e faça o trabalhinho que lhe compete (não vou dar manual de instrução, pois não?).
O tamanho do pénis é um fantasma masculino. É um medo natural, o medo da impotência, e pior, da castração.
Meus meninos, dêem-se por felizes por terem uma gaitinha a funcionar. Não pensem no tamanho, na cor, na geometria esquisita. Se o pimpolho funciona, não há motivos para outras preocupações.
P.S.- Se os sintomas persistirem, ou seja, as tais preocupções sobre o tamanho do pénis, consultem um bom psiquiatra. Não faz mal a ninguém.
Publicado por: Mulher às abril 12, 2005 09:58 PM
Estive a ler o teu post a uma colega minha que está aqui ao lado e partiu-se a rir. Ao menos, passamos aqui um bom momento a ler as coisas que escreves...
Publicado por: Mulher às abril 12, 2005 10:10 PM
Sharkinho, só tu, pá!
Pronto, eu devo ser mais uma despilocentrada. Como a minha irma costuma dizer sempre, e eu acho que com muita razao, "mais vale pequenina e nervosa do que grande e preguicosa".
Claro que isto tem de ser conjugado com outros dois factores, pelo menos em minha opiniao: primeiro, e preciso que estejamos aqui a falar de intervalos de tamanho nao tao exagerados que se tornem num problema funcional - nem muito pequena, nem muito grande, a coisa vai nos dois sentidos...
Segundo, a testa (mas aqui a da mulher) também tem um papel importante na coisa: uma pilinha assim tamanho mini é um bocado desmotivante, e uma peca de artilharia à John Holmes é no mínimo assustadora. Mas devo dizer que, nestas coisas, as mulheres sao bastante flexiveis e prontas a ultrapassar as impressoes iniciais.
E essa de voces terem medo que uma gaja se desate a rir na vossa cara, tem piada... Mas voces conhecem algum caso em que isso tenha acontecido? Parece-me altamente improvável...
Ah, e quanto a saber se nós discutimos o tamanho... Só em casos extremos e se nos tiverem desiludido por outras razoes - assim um bocadinho em jeito de vinganca. Nos restantes casos, temos coisas mais importantes para discutir, obrigada!
Publicado por: M. às abril 12, 2005 10:58 PM
Eu concordo com a Mi.
Publicado por: Poder de Encaixe às abril 12, 2005 10:58 PM
Por acaso nunca me aconteceu, essa da gaja se rir na minha cara (se tivesse acontecido dava uma bela posta), M.. Mas constou-me que pode ser uma das ramificações da vingança de que falas... :)
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 11:10 PM
Mulher, bem vinda a esta casa. Gostei imenso do episódio que contaste acerca da leitura da posta com a tua colega. Do lado de cá é sensacional conhecer as reacções de quem nos lê. Muito obrigado pelos teus comentários. Já marquei a consulta no psi... ;)
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 11:35 PM
Era em sentido figurado, minha talentosa afilhada. Cruzes, credo! :)))
Publicado por: sharkinho às abril 12, 2005 11:38 PM
Sharkinho,
o nervoso miudinho vai aumentando...
;-)
Publicado por: Gotinha às abril 13, 2005 12:13 AM
Eu sou pilocêntrico. A minha pila está no centro.
Obrigado.
Publicado por: derFred às abril 13, 2005 12:20 AM
Reparei que nesta questão o bill faz comentários muito compridos.
Publicado por: derFred às abril 13, 2005 12:27 AM
Charquinho: Gosto de homens a falarem como homens.
derFred: Fico feliz por teres a pila no centro das tuas atenções... És uma pessoa muito atenciosa... E esses objectos requerem sempre cuidados especiais.
Publicado por: Mulher às abril 13, 2005 12:42 AM
Fred, fazes agora parte da minoria neste painel dedicado às questões pilocêntricas. Isso não te minimiza de forma alguma, embora seja mais pequena a força da tua intervenção.
Gosto de te ver por cá, ò ave de arribação.
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 01:02 AM
Tem calma, Gotinha. A proposta indecente não justifica essa nervoseira. A gente deixa-os falar e ficamos discretos no nosso canto a fazer de bibelots. :)
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 01:05 AM
Luna, continuas a digitalizar? Ainda ganhas calos nos dedos, rapariga.
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 01:09 AM
Vai dormir, Charquinho. Já viste as horas?
Publicado por: Mulher às abril 13, 2005 01:20 AM
Porquê, pá? Deu-te agora pró instinto maternal ou quê? :)
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 01:22 AM
derfred - o bill - também reparei. :)))
ah bom, pensei que estavas a falar a sério do palmo e meio...
Publicado por: susana às abril 13, 2005 02:17 AM
Pois foi... Fui demasiado convincente...
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 09:14 AM
Tamanho gabador, pequeno fazedor.
Publicado por: bill às abril 13, 2005 10:04 AM
Qd se fala de tamanho fala-se normalmente de comprimento. Ora eu acho q interessa mais a grossura.
Publicado por: Avidez às abril 13, 2005 10:54 AM
Ah sim, avidez, como uma boa grossura etílica reduz o discernimento, todos parecem belos e inteligentes e que se lixe o tamanho. fica o problema resolvido, até porque a probabilidade de acontecer alguma coisa...
Publicado por: susana às abril 13, 2005 11:23 AM
Gabem-se couves, que há nabos no caldo.
Publicado por: bill às abril 13, 2005 11:25 AM
LOL, susana
Publicado por: Mi às abril 13, 2005 11:26 AM
Um amigo sueco disse-me uma vez a propósito deste assunto:
"it's not the size of the ship that matters, it's the motion of the ocean"
;-)
Eu acho ainda que como os pipis não são todos iguais (ao que já me constou) portanto não se pode afirmar que há um tamanho ideal de pilinha. Há que encontrar o tamanho ideal nos dois sentidos.
É uma boa maneira de identificar o nosso mais que tudo, assim em jeito de sapatinho da cinderela :-P
Publicado por: esdruxulina às abril 13, 2005 12:41 PM
Bonita analogia, Esdruxulina. Mas preocupa-me a parte em que algo se transforma numa abóbora... :)))
Publicado por: sharkinho às abril 13, 2005 03:27 PM
Por acaso acho q c essa grossura toda c q falas, perde mas é a piada...
Publicado por: Avidez às abril 13, 2005 10:21 PM
poder@encaixe.org :D
Publicado por: derFred às abril 14, 2005 01:07 AM
sei.. la.. sou feliz com minha trolha.. as vezes quando conheço uma garota mais delicada atrapalha um pouco...mas eh uma questao de jeito, carinho e muita lubrificação.. mas no final das contas o que manda é o clima a atração e a sintonia entre o casal...
Publicado por: Alexandre às maio 31, 2005 01:17 PM