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janeiro 07, 2006

SE EU SOUBESSE



aqui



descobrir


o segredo guardado no fundo da gruta

soprava-o ao ouvido do tempo

e pedia-lhe...

que parasse.


Mar

Publicado por sharkinho às janeiro 7, 2006 08:27 PM

Comentários

Bem gritado, este murmúrio...

Publicado por: Atila, o (h)Uno às janeiro 7, 2006 09:29 PM

Que bonito, Mar.
E a foto ( foto? tou parva, aquilo não é foto nenhuma ) assim ampliada ao máximo apanhamdo todo o monitor fica uma beleza.
De quem é o poema?
(se calhar é conhecido e só revelo a minha ignorância...)

Publicado por: ML às janeiro 8, 2006 12:27 PM

Foi só um desabafozito, Atila. :-)

Publicado por: Mar às janeiro 8, 2006 01:19 PM

Pois não são fotos, não ML, são gravuras fantásticas, hás-de ver aqui: http://stahlforce.com/desktop/desk080401.html.

E o que chamas de "poema"...glup, aquilo escrevi eu... :-))

Publicado por: Mar às janeiro 8, 2006 01:21 PM

MAR, soprando ao ouvido do tempo/e que o vento seja de barlavento/e do lado sotavento/traga consigo o charquinho e faça-se presente. Bonito o teu poema minimalista. Beijinhos.

Publicado por: soslayo às janeiro 11, 2006 10:34 AM

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