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novembro 21, 2006
DA PILA E DE OUTRAS COISAS BANAIS

O Sérgio chamou-me a atenção para uma realidade que me anda a escapar. E escapa-nos muita coisa no meio do critério subjectivo que nos vale para apreciarmos a mercadoria que expomos a uma freguesia exigente mas generosa (sim, pois qualquer comentador/a desta plataforma é um exemplo de persistência e de pachorra dignos de realçar).
Tenho andado mais denso do que nos primeiros dias do charco. São fases, julgo eu, que um gajo para aguentar a pedalada diária desta cena tem mesmo que variar no estilo e na forma. Senão enjoa, como acontece perante os blogues dos colegas que cristalizam num dado tema ou estilo e não descolam dali.
Dou pela falta dos assuntos aparentemente banais, coisas do dia-a-dia faladas na boa, que ninguém aborda precisamente porque a banalidade retira a um blogue todo o status e afasta-o da rota corriqueira dos aspirantes a intelectuais.
Eu não aspiro, até porque me sobram as lacunas ou escasseia a paciência, e por isso permito-me luxos como escrever acerca do que me passa pela vista e não acerca das ideias de gajos que já estão a fazer tijolo há séculos.
É uma opção tão razoável como realista, vinda de um gajo como eu.
(Nota: a partir daqui começa um lençol "daqueles". Depois não digam que não estão avisados/as...)
Há muito tempo que não falo daqueles temas que podem interessar o cidadão comum. Como os aspectos ligados à nossa pila, esse objecto de culto de que muitos falam mas quase sempre numa óptica cheia de fantasia.
Eu gosto de olhar para a minha pila como olho para o resto de mim. Nas grandezas e nas misérias, como o arquivo do charco vos permite confirmar.
E não é porque ache a minha pila especial, melhor do que as outras. Ou mesmo incomum, apesar da acentuada inclinação esquerdista que lhe confere um estatuto minoritário.
Lembrei-me da pila quando absorvia das palavras do Sérgio aquilo que entendo como uma crítica construtiva daquelas que se levam a sério e se reflectem depois no trabalho a produzir. Claro que a associação de ideias entre a minha pila e o Sérgio não passa de uma coincidência, até porque das várias mazelas na minha reputação blogueira ainda não consta a suspeita de uma tendência latente para a homossexualidade que, de resto, ninguém duvide que assumiria de forma pública (pois só assim a coisa perde o cunho “vergonhoso” que lhe pintam moralistas da treta, machões de garganta e outros burgessos sem talento para pintar seja o que for).
Mas vamos então à minha abordagem de hoje em torno do meu falo. E sei do que falo, pois mantenho com ele uma relação de independência mas adornada com os devidos contornos emocionais que qualquer homem deve manter com essa porção fantástica da nossa anatomia.
Lembrei-me do dito precisamente quando me ocorreu que é óptimo para aligeirar a prosa.
É que não há como adensar um tema ligado ao pénis sem cair no ridículo.
E ocorreu-me também que para a geração anterior à minha, a pila era um tema tabu. Era como se não existissem pilas, pelo menos no discurso dos homens do tempo do meu pai.
Eu nunca vi a pila do meu pai. E embora duvide que essa possibilidade trouxesse algo de novo ou de interessante à minha perspectiva acerca da coisa (do coiso), não posso deixar de ter em conta a forma como para ele a pila era uma vergonha a esconder (e presumo que também a escondia de vez em quando em locais semelhantes aos que recolhem a minha preferência – mas isso é outro assunto tabu, numa família como a nossa em que os machos se pautam pelo recolhimento do silêncio nessas matérias).
Eu não escondo a minha pila à minha filha, embora não a pavoneie pela casa nem faça questão de a evidenciar seja perante quem for. Sempre que por acaso o olhar curioso de criança se fixa no dito cujo, limito-me a desdramatizar perguntando-lhe porque não presta tanta atenção a um dos meus dedos mindinhos ou a outra parte do corpo.
Acredito que a desmistificação do tabu, a redução da pila ao seu devido lugar no conjunto de que um homem se faz, é meio caminho andado para lhe evitar paranóias futuras.
Confesso que apesar de não apontar um dedo acusador ao meu pai por me ter ocultado deliberadamente a visão, as coisas são como são, ou mesmo o diálogo acerca desse detalhe que partilhamos, teria preferido poder conversar com ele quando constatei a tal inclinação fálica de esquerdalha que me distinguia do resto da malta e me assustou como o caraças até ao dia em que o experimentei no “campo de batalha” e a coisa nem correu nada mal.
Porque essas cenas não se partilham com os amigos, certo e sabido que nos tornamos alvo da chacota por causa de uma mera borbulha ou de um simples sinal nessa idade de todas as descobertas.
E por isso optei, quando pela primeira vez a garota entrou pela casa de banho e me apanhou em pleno chichi, por dar a pala de indiferente, de lhe explicar nas calmas que se tratava da questão de pormenor mais óbvia que distinguia as meninas como ela e a mãe de meninos como eu e o meu cão. E em que medida isso explicava o facto de eu fazer chichi de pé (difícil foi contextualizar o alçar da pata que o meu fiel amigo herdou dos seus antepassados das alcateias ancestrais).
Foi a minha escolha. Sou e serei enquanto viver um pai de confiança para a minha menina, tal como me orgulho de ter sido até esta data um amante cuidadoso e, na medida do possível, respeitador. A minha pila não é uma pistola desengatilhada e não há margem para constrangimentos numa relação sem tretas como a tenho habituado a viver comigo e recuso-me a entender o meu estimado “companheiro de luta” como algo de embaraçoso e que urge esconder.
E isto não é paleio de naturista, repito. Não é minha tradição exibir a nudez (fora do âmbito privado que a torna essencial) e admito que nesse particular tenho a alma muito mais desnuda…
O tema desta posta incide, portanto, numa faceta das várias que só quem tem pila pode verdadeiramente entender e com isso distingo claramente o meu blogue como do género masculino. Um blogue de gajo, como é costume rotular.
E eu adoro essa minha condição por uma data de razões, sendo que a primeira é a compatibilidade óbvia entre esse género que a combinação de cromossomas em boa hora ditou e a verdadeira loucura que sempre nutri pelo sexo oposto. Facilita bastante o meu culto dessa adoração que, entre outras coisas, me permitiu aprender a andar quando já toda a gente se preocupava com a minha locomoção tardia (fui atrás de duas vizinhas do lado, a correr, e nunca mais perdi esse apelo interior para as longas caminhadas por um bom motivo).
Agora sou obrigado a encerrar o lençol, até porque já percebi que nesta fase do texto já estou a falar para as paredes e mesmo os leitores mais esforçados saltitaram o olhar entre parágrafos e zarparam para outro linque qualquer.
Mas não quis deixar de corresponder ao alerta que o novel colega brazuca me deixou.
E sei que os mais antigos frequentadores desta casa já sabem do que ela gasta.
De vez em quando, estico-me. E o assunto pareceu-me elástico qb.
Publicado por sharkinho às novembro 21, 2006 09:20 AM
Comentários
Sharkinho, por mais que vasculhe a memória, que já me vai falhando com a idade, não consigo encontrar um paralelo entre as opiniões que manifestei acerca de fotos tuas /estilo prolongado com a pila de quem quer que fosse...Este teu post está um primor, concordo com tudo, apenas discordaria, até como urologista que sou, de tua surpresa com o desvio dela para a esquerda...a grande maioria de nós usa a pila pro lado esquerdo das calças...desde que começa a usar(calças)...
Grande abraço.
Publicado por: sergio às novembro 21, 2006 03:42 PM
"Mas vamos então à minha abordagem de hoje em torno do meu falo. E sei do que falo,..."
falo (lat.:phallus) / falo (1º pessoa sing. do verbo falar)
Publicado por: claudia às novembro 21, 2006 04:04 PM
Claro que não, Sérgio! :)
Daí a minha paródia no texto, pois usei a questão da escrita "densa" para justificar o regresso a uma abordagem que marcou bastante os primórdios da minha actividade blogueira, mais simples ou ligeira na forma e até no conteúdo.
Mas a minha inclinação esquerdista não se manifesta só na arrumação. "Ele" inclina mesmo à esquerda quando se... entusiasma... :)
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 05:31 PM
O trocadilho era esse mesmo, Claudia. Gosto de brincar com as palavras.
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 05:32 PM
Pelos vistos há quem não tenha zarpado antes de chegar ao fim. :)
É bom ver que o corpo deixa de ser tabu entre pais e filhos.
(e obrigada pelas visitas!)
Publicado por: Ita às novembro 21, 2006 08:12 PM
Pois é toda a tarde tentei deixar o meu comentário sem sucesso vamos ver se é desta.
Pensas e ages bem Charquinho os tabus não ajudam ninguém. Não há que exibir mas também não há que esconder uma parte do corpo tão natural. E se fossemos esconder todos os pontos eróticos teriamos de esconder o pescoço, os tornoselos ou as orelhas. Basta ver como foram progredindo em erotismo os vários pontos do corpo feminino e mesmo o masculino.
Até o orgão coração em tempos biblicos nada tinha a ver com o amor basta ler o livro dos Canticos e descobriremos toda a sensualidade dos rins dos amantes. Como deves saber no Alentejo (profundo) de onde eu provenho e nos tempos de menina e moça tudo era tabu. O pior é que muitas jovens chegavam ao casamento sem conhecimento algum do que era o corpo de um homem e muito menos para que servia o dito cujo sem ser para as necessidades fisiológicas, além de muitos macaquinhos no sótão. Conheci quem até não arriscou casar com medo da noite de nupcias. Acredita que nos anos 50 e 60 era mesmo assim. Felizmente que me apaixonei por um homem mais velho (7 anos) mas com muita "psicologia...." e aos 13 anos já não me intimidavam esas coisas.
Publicado por: susete às novembro 21, 2006 08:58 PM
É verdade, Ita, são resistentes os visitantes deste charco. Lêem até ao fim e ainda por cima comentam! E isso é gratificante para mim.
O corpo deixa de ser tabu e espero que a alma também consiga libertar-se dos tradicionais grilhões do generation gap...
(Obrigada? Essa é boa. Obrigado eu, por ter sempre valido bem o tempo que investi dessa forma.)
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 09:02 PM
Obrigado por teres insistido, Susete.
Concordo com essa dos rins. Fico muito sexy depois das minhas cólicas renais... :)
Confesso que tenho negligenciado um bocadinho a zona dos pés mas vou ter em conta essa tua revelação em futuras oportunidades.
E é precisamente pelos motivos que apontas que eu gostaria de contribuir para a minha filha não enfrentar falsos papões no seu percurso pela vida.
Até porque ela pode não ter a sorte de dar com alguém que a estime e respeite o suficiente para a tratar como qualquer pai sonha ver tratada a sua filha.
Dentro dos limites naturais de uma relação pai-filha estou a tentar abrir-lhe as portas para uma mentalidade saudável e que lhe permita um dia fazer as suas escolhas sem se preocupar com os medos que a ignorância e a tal vergonha do corpo dantes acarretavam.
Folgo em saber-te o caminho livre desses cenários, amiga.
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 09:22 PM
Tudo bem explicadinho, pá, gandra molha nos meus cuidados de uma má interpretação tua a qualquer altura, mas...se hoje te satisfazes em fazer o post da tua pila - e como ficou lindo este aspecto de desmitificação de sexo para uma menininha - preocupo-me com o próximo post, onde talvez teças considerações superficiais, medias e profundas acerca do 'posto de pedágio' onde forçosamente nossa gula diária culmina...
Publicado por: sergio às novembro 21, 2006 09:44 PM
"ocorreu-me também que para a geração anterior à minha, a pila era um tema tabu"
Geração anterior?! Mas será que 10 anos, mais ano menos ano, fazem assim tanta diferença?
O meu pai tem 58 anos e eu revejo a minha infância nessa "relação pai-filha" que descreve. Devo ter sido uma privilegiada, é um facto. (Lembro-me que certo dia, entre colegas, todos me olharam espantadíssimos. Percebo agora: eu era a excepção).
É claro que na altura também percebi. Eles é que nunca perceberam que o meu pai me abria "as portas para uma mentalidade saudável", que cá em casa a nudez não era entendida como exibição mas com naturalidade.
Hoje, somos tão felizes!
Publicado por: Sirena às novembro 21, 2006 09:55 PM
Olá, Sirena. Não consegui fazer a conta para esses 10 anos de que fala baterem certo com algum número que eu consiga decifrar, amiga.
De qualquer forma, agrada-me saber que o seu pai cumpriu bem o papel que lhe competia e que os resultados foram os ideais.
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 10:20 PM
10 mais coisa menos coisa! ;-)
A sua geração não é a geração dos 40 e...?
A minha é a dos 30 e...
Então afinal em que ficamos, amigo? A geração anterior à sua é a minha, a do meu pai ou a do meu avô?
Publicado por: Sirena às novembro 21, 2006 10:41 PM
Agora baralhaste-me, Sérgio.
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 11:01 PM
essa de estar para a esquerda ser minoritária é que não...
nem imaginas a quantidade delas que eu já vi viradas para essa banda
e olha que eu já milhentas garanto
;-)
Publicado por: j.p. às novembro 21, 2006 11:03 PM
Quarenta e um, mais precisamente. Por isso me baralhei nos arredondamentos, Sirena. Para 58 vão 17, não é? E eu referi-me à geração anterior à minha (a do meu pai) e não à sua.
Daí a confusão.
Eu não sou grande coisa na aritmética, mas parece-me que partilhamos esse handicap...
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 11:26 PM
pois... Eu é mais língua!
Ah, e já agora: "referi-me à geração anterior à minha e não à sua" é uma frase estruturalmente ambígua. ;-)
Ora, a minha aritmética e o meu mau feitio estão bons e recomendam-se. "Atão" a geração do meu pai não é a geração anterior à sua?! Com 17 anos o meu pai poderia ser seu pai.
Espere; vou ali ao Priberam e já volto...
Já cá estou; é isso: cada grau de filiação.
Bah, para que servem as contas se a língua diz tudo?
Publicado por: Sirena às novembro 21, 2006 11:41 PM
Ò Jotapê, a coisa posta dessa maneira pode impressionar a malta... :)
Mas olha que eu vi poucas e todas murchas (e aí a inclinação é pró lado que lhe der), era puto e só tinha como referência as da revista Gina (direitinhas e tal).
Daí a pensar que a coisa não ia funcionar quando chegasse a hora foi um tiro.
Hoje já sei que há mais como a minha e que ela funciona na perfeição, mas custa-me a acreditar que a esquerda domine este "parlamento" quando a onda é aplaudir de pé. ;)
Publicado por: sharkinho às novembro 21, 2006 11:43 PM
olha... dois... pois... não devo ser mesmo grande coisa a aritmética!
Mas ia jurar que o primiero não estava aqui há pouco! "Handicap" da weblog. Cada um tem o seu.
Publicado por: Sirena às novembro 22, 2006 12:53 AM
Cada um é como cada qual. Folgo em saber que os números não a atrapalham. Mas na questão do mau feitio, e quem ler esta troca de comentários de forma desapaixonada poderá julgar que desconversamos, isto da blogosfera tem o problema de a gente não poder usar clichés de escapatória (do tipo "fica muito gira quando se zanga" ou assim) e depois ficamos (nós, os do mau feitio) mal no boneco sem necessidade nenhuma.
Se a frase que citou é estruturalmente ambígua, proponho-lhe que se debruce sobre a lógica dos comentários que trocámos antes deste último par e talvez encontre um paralelo nessa matéria.
Ou não, pois pode muito bem ser uma questão lógica/aritmética (que já sei, não a atrapalha) ou um simples problema linguístico (que também afirma dominar sem problemas).
Mas que soa estranho quando raciocinado, lá isso...
Às vezes vale a pena fazer contas. Para reduzir a margem de erro nas avaliações que fazemos para sustentar a nossa intervenção.
Só depois devemos recorrer ao dicionário ou outro material de apoio, não acha?
Publicado por: sharkinho às novembro 22, 2006 01:04 AM
Quando diz que há algo que "soa estranho quando raciocinado" estará, certamente, a referir-se a isto: "a geração anterior à sua é a minha..."
Então o meu amigo não percebeu que entre entidades marinhas há figuras de estilo que se adivinham? Ora, então, vejamos:
1- brincava com a sequência de gerações;
2- aludia ao facto de os da minha geração (no dicionário "conjunto de indivíduos da mesma época") em pouco diferirem dos da geração do seu pai no que toca a preconceitos e tal (eu era a excepção, lembra-se? ;-);
3- sendo que o meu pai tem idade para ser seu pai... poderíamos (sereia e tubarão) ser da mesma geração, não obstante os "10 anos mais ano menos ano" (e cá estamos nós no início da coisa de que falo eu sem falo).
Mas deixemo-nos de equações e trocadilhos linguísticos que a hora não é para alardes de mau feitio.
Ah, só uma correcção: o que eu domino mesmo bem é a língua, tá a ver? ;-)
E quanto aos outros que nos lêem... o mau feitio deste lado não se rala mesmo nada com isso do "ah, e tal, porque um gajo (com ou sem falo - bem, não me entenda mal uma vez mais, estou a falar do mau feitio) fica mal no boneco".
Publicado por: Sirena às novembro 22, 2006 02:03 AM
Ora ainda bem que chegámos a uma conclusão, minha jovem colega.
Endereço-lhe os meus agradecimentos por ter partilhado aqui (alguns d)os seus vários domínios e lamento não possuir a sagacidade e a inteligência necessárias para decifrar de imediato os mistérios que a sua acuidade linguística desvenda com uma clareza que só depois de uma noite bem dormida sobre o assunto consegui interpretar.
E desejo-lhe um dia farto em manifestações dessa desenvoltura e na angariação do reconhecimento público (que nada rala esse lado) de um mau feitio em bom português.
Publicado por: sharkinho às novembro 22, 2006 09:18 AM
Baralhaste-te de graça, Sharkinho...se falaste sobre a pila neste post - e o assunto se esticou todo, um sucesso - o posto de pedágio a que me referi da gula diária de cada um de nós, está ali perto, a menos de um palmo de distancia para trás, e é um tabú, para muitos que não querem ou não têm coragem de fazer AQUELE exame anual...
Publicado por: sergio às novembro 22, 2006 12:44 PM
deixa-os lá ficar impressionados, que é para o lado que melhor durmo
quanto aos aplausos de pé, um dia acontece-lhe como as árvores...
como se diz lá na minha terra, deixôs pousar...
;-)
Publicado por: j.p. às novembro 22, 2006 05:20 PM
Ò Sérgio, pá, com essa fizeste-me encostar por instinto o cu a uma parede (pardon my french)...
O assunto, por estas bandas, encolheu num instantinho.
Publicado por: sharkinho às novembro 22, 2006 09:37 PM
Não são as árvores que morrem de pé? :)
Publicado por: sharkinho às novembro 22, 2006 10:00 PM
são essas são
;-)
Publicado por: j.p. às novembro 23, 2006 12:57 AM
"Quousque tamdem Cutilina abultere patientia nostra!" (provérbio de português bebido tentando achar a chave da porta)
As Árvores morrem de pé....MAS MORREM SÊCAS, CACETE!...NEM UMA FOLHINHA, NEM UM CALENDÁRIO DE BOLSO..
Publicado por: sergio às novembro 23, 2006 01:18 PM
:)
Publicado por: sharkinho às novembro 25, 2006 12:27 PM
http://s2.bitefight.com.pt/c.php?uid=65777
podem visitar
faz bem á saude
Publicado por: Great_fear às setembro 23, 2007 12:46 PM
sabem que mais voces sao todos uns tarados e tudo o que voces ai tao a escrever é tudo treta lol xau
Publicado por: romana às dezembro 18, 2007 03:55 PM
Eu sou um tarado, mas o que escrevi não é treta. Queres provas? :)
Publicado por: shark às dezembro 18, 2007 04:20 PM