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novembro 28, 2007

OLIVEIRINHA DA SERRA (repost)

Conforme referi aqui, o post que se segue é o que seleccionei para alinhar na iniciativa do Custódio.
O Custódio é o obreiro do DinheiroOportunidade.com, promotor do concurso cujo prémio chega aos €1000 (explicação detalhada AQUI) e ao qual me candidato com o Oliveirinha da Serra, um dos que mais gozo me deram escrever e o segundo mais participado de sempre neste blogue.

Deixo a caixa de comentários do post fechada porque considero que não faz sentido "misturar" as intervenções da altura em que o publiquei com as que possam resultar deste repost.
Mas sintam-se à vontade para comentarem o texto ou colocarem quaisquer dúvidas acerca do concurso ou da minha alma mercenária na caixa de comentários do post anterior.

Só vocês podem oferecer-me esta vitória... :-)


cemitprazeres.jpg

O meu primeiro contacto com a pornografia, através de uma revista da especialidade obtida por um colega, aos treze anos, foi um momento de grande alegria, quase uma revelação.
Pela primeira vez eu pude constatar a viabilidade de algumas das minhas mais arrojadas fantasias, até essa altura tão líricas como a hipótese de vir a ser capitão da selecção nacional de futebol. Uma coisa é a gente ouvir dizer da boca de putos como nós, ouvirmos falar das piruetas possíveis a três ou da feliz parceria de números tão insuspeitos como o seis ou o nove. Outra coisa era ver como São Tomé e acreditar tanto que a vontade intensa de experimentar as acrobacias até nos fazia doer a alma.

A pornografia representava para mim um manancial de novas técnicas, associado à reprodução mais ou menos realista de alguns conceitos ‘missionários’ tradicionais. Nada me entusiasmavam alguns dos seus tiques clássicos de abertura ou dos rituais excessivos e insistentes no encerramento das actuações. O meu objectivo consistia em reter, do muito e diversificado material hardcore que passei a coleccionar, as práticas realistas que pudessem alargar os meus horizontes no futuro e afastar, da minha vida sexual ainda em fase de estreia, o papão horrendo da monotonia.

De entre as mais escabrosas ou surpreendentes produções que o mundo XXX me facultou retive sempre um manual que lamento ter-se perdido no decorrer de alguma rusga maternal. Datado do início da década de setenta, o livro combinava textos com ilustrações mas só estas últimas podiam considerar-se pornográficas. Era mesmo um manual de competência técnica, um verdadeiro sex for dummies.
Algum Zézé Camarinha cámone com jeito para a escrita e vocação para consultor, do qual nem o título da obra me ficou, deixou-me para sempre na ideia e na lembrança um exercício que, na minha lógica adolescente da época, fazia todo o sentido levar a sério.
De resto, o autor afirmava-se feliz por poder partilhar o seu método com o mundo e fazia-o com tal convicção que, apesar de não me converter a algumas contorções manhosas, convenceu-me a adoptar o treino das azeitonas.

O treino consistia em girar diariamente uma azeitona entre os dentes, com a língua, por cerca de meia hora, sem a descascar ao longo do exercício. Também dava para fazer com uvas, mas só numa fase mais adiantada do programa (devido à maior fragilidade da respectiva casca). E o experimentado (e, nas suas palavras, bem sucedido) atleta de alcova explicava, por a mais b, os proveitos que resultavam dessa pachorra shaolin, a subida em flecha da cotação de um amante rotinado na arte de bem rodar uma azeitona sem lhe danificar a pele.

Hoje já me resta pouca paciência para a pornografia, até porque as melhores e mais adequadas práticas aprendem-se no mundo real. Mesmo as inovações encontram na pornografia alguma resistência, pois os empresários do ramo parecem determinados em manter a receita (ainda hoje) ganhadora. Apesar de não ser um entusiasta do género nesta fase da minha progressão na aprendizagem, gostava que os putos de agora tivessem acesso a qualquer coisa que equivalesse ao meu manual de treino com azeitonas. Porque nem todos conseguem compreender que a pornografia não deve ser levada demasiado a sério e isso, manifestamente, gera desvios comportamentais pouco saudáveis e que o meu mestre ‘azeitoneiro’ jamais recomendaria.

Publicado por sharkinho às novembro 28, 2007 10:25 AM

Comentários

Já tinha saudades destas postas pá. E por isso desculpa-me se me estico por aqui um pouco.

Comecemos por aqui: "...que a vontade intensa de experimentar as acrobacias até nos fazia doer a alma". Doía-te o quê?? Sharkinho, vía-te mais frontal. A alma? pois

E a aproximação às banquetas que se espalhavam pelas ruas de lisboa. Primeiro do outro lado da estrada, uma corridinha, desfolhar o jornal, disfarçando, agora, pegar no saquinho de plástico com as 3 revistinhas, pagar os 25 tostões rápido e zarpar com aquilo debaixo do casaco. E que belas fotos em sépia se podiam apreciar depois, já em sítio mais resguardado.

Finalmente, espero que tanto treino, tanto músculo criado na língua, te possa agora valer para alguma coisa.

E agora vou antes que venham aí os convivas todos.

Uma boa semana de trabalho

Publicado por: Eufigénio às janeiro 31, 2005 10:19 AM

Pra ti também, ò toca e foge!

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 10:21 AM

A tua escrita «gastronómica» dá mesmo vontade comer. E a tua preocupação pedagógica poderia levar-te a escreveres o tal manual para os putos... não achas?... :)
Mas concordo que aprender pela pornografia, sem erotismo, pode ser desaconselhável.
Eu comecei por ler todos os volumes (5) da Enciclopédia da Vida Sexual, apesar das recomendações do meu pai para ler apenas os primeiros dois volumes que eram os da minha faxia etária. Depois fui espreitar as Playboys dele que ele escondia num sítio que eu conhecia como qualquer outro canto da casa. E a seguir, fazia trocas com o vizinho da minha idade: eu emprestava-lhe os álbuns do Astérix, Lucky Luke e outros e ele cedia-me umas bandas desenhadas manhosas, em formato pequenito, de carácter pornográfico.

Publicado por: maria árvore às janeiro 31, 2005 10:21 AM

Bom dia
Não me surpreende nada que escrevas um post sobre "manuais" de pornografia, com a mesma ternura com que o farias sobre livros de aventuras, cheios de herois da nossa juventude.
Também eu Maria (mais uma vez), fui presenteada com a colecção completa de mesma enciclopédia, mas espreitava sempre os volumes mais à frente, das irmãs mais velhas das minhas amigas, sempre com aquela excitação do proíbido. Lembro-me vagamente de me ter chegado às mãos, uma revistinha de fotos pornográficas que vi com surpresa, escândalo e ingeniudade.

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 10:52 AM

Bom dia, riquezas! Eu também recebi essa enciclopédia como prenda de aniversário, mas na altura já tinha tido acesso a bibliografia mais...avançada...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 10:59 AM

Uma prostituta deve ser julgada segundo o mesmo critério que os outros profissionais que oferecem serviços que se pagam - como os dentistas, advogados, cabeleireiros, médicos, canalizadores, etc. É profissionalmente competente? Serve bem? É honesta para com os clientes?
É possível que a percentagem de prostitutas honestas e competentes seja maior que a dos canalizadores e muito maior que a dos advogados. E enormemente maior que a dos professores.

Lazarus Long

Publicado por: bill às janeiro 31, 2005 11:21 AM

Bom dia, Bill. Curiosa, a citação. Levanta-te e caminha (o lázaro, naturalmente).

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 12:36 PM

Eu, menina recatada e tímida de família muito conservadora onde não se falava de coisas dessas nem havia "Playboys" escondidas, ainda me lembro do meu espanto ao ir ver para a casa de banho das meninas, na escola primária, mais as colegas todas, uma revista com fotos para mim ousadas, mas afinal, sei-o agora, bem inocentes. Talvez por alguns resquícios educativos, mas sobretudo por feitio, convicção, etc, a pornografia diz-me muito pouco. Mas acho uma delícia esse manual do "mestre azeitoneiro" de que tu falas - nem me ponho a imaginar o que terá podido valer tanta prática de rolar azeitonas com a língua :DDD.

(Quanto a isso de equiparar a prostituição a qualquer outra profissão, tem muito que se lhe diga; mas eu vou é almoçar).

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 12:43 PM

Bem, a minha atitude é mesmo a das velhinhas do teu post: bocejos e sonolências irreprimíveis. A pornografia não me diz nada.

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 01:00 PM

Tás mesmo bom para responder à questão que coloquei hoje (ou melhor, que me colocaram).
E já agora... tou em campanha.
Um beijo

Publicado por: Mushu às janeiro 31, 2005 01:16 PM

Acho que tenho ali um frasco de azeitonas...

Publicado por: derFred às janeiro 31, 2005 01:24 PM

DerFred,
Então posta-as aí homem, que andam já saudades desse azeite. (Postar, não rolar, não rolar, olha as cãibras na língua)

Publicado por: Eufigénio às janeiro 31, 2005 01:32 PM

E eu ainda ali tenho uma passas.
Alguém tem champanhe?...

Publicado por: maria árvore às janeiro 31, 2005 01:33 PM

*A a pornografia são 5 minutos a ver um filme e mais nada . Acho q nunca vi até ao fim. é sempre tudo igual!

Outra coisa é um filme erótico e sensual.

Sei que fiquei chocada quando em casa de uns tios meus, um dia, tinha eu 12 ou 13 anos, não devia ter mais, vi o q nem em sonhos me passava pela cabeça. No fundo de uma gaveta, que deve ter escapado à ruga da minha tia :), apanhei uma revista de bd, com imagens e práticas, do mais cru.
Confesso que achei q o meu tio era tarado e que eu não percebia nada daquilo. Nem nunca iria perceber. Afinal todos sabemos que a sexualidade está por natureza no domínio da transgressão. Ou então não é bem sexualidade. E transgressão é mais uma coisa psicológica que números estranhos ou tudo ao molho, acho q é algo mais subtil e belo.

*Conselho patrocinado pelo Relatório Kingsey para a sexualidade humana

Publicado por: Masters and Johnson às janeiro 31, 2005 01:44 PM

Ò Fred, já és crescidinho. Podes passar directamente para as uvas...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 01:57 PM

Bom dia, Zulita! Também não sei se me atrevo a enunciar algumas aplicações práticas linguísticas do treino intensivo. Mas adianto uma: é muito mais fácil extrair o caroço da azeitona sem movimentar os maxilares. Ainda não consegui atingir o expoente máximo que o livro referia como possível, um dia (sacar uma carica à garrafa de cerveja. Sem ferramenta)... :)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:04 PM

É o que dá escrever depressa.

Não foi à "ruga" da minha tia que a revista escapou mas obviamente à "rusga" da minha tia...

Publicado por: vague às janeiro 31, 2005 02:05 PM

Isso magoa a língua, caraças!
Tu não enuncias; fazes bem. É que eu, ao contrário do que escrevi, imaginei ;)

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 02:06 PM

Alguém viu este fim de semana na sic a reportagem no jornal das 8 de nome 'só para mulheres'?

É sobre a prostituição masculina. Pois.

Publicado por: vague às janeiro 31, 2005 02:09 PM

Ò Zulita!... :-O

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:12 PM

Maria Árvore, peço imensa desculpa. O champanhe que sobrou, bebi-o pelo sapato da Azul.
Mas posso sugerir-te uma Fim de Século, em balão aquecido...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:14 PM

(A Zulita tá tolita, tá. Só diz disparates hoje; deve ser para não se zangar com a impressora que entrou em greve)

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 02:17 PM

Disparates? Deixa-te disso, fofa. Haja saúde (mental, também)!

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:21 PM

Sharky, posso pedir-te só uma coisinha, não levas a mal? Não me chames fofa... Odeio. Fico a sentir-me que nem boneco de peluche, coisa que, definitivamente, não sou :DDD
Quanto aos disparates: vivam eles. Fazem bem à saúde (também mental).

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 02:24 PM

Ai Vague, os teus comentários são sempre um desafio...
Quanto à pornografia masculina, tenho a mesma posição que mantenho na versão feminina da coisa. Vai sempre existir, evita muita bronca séria que possa derivar de alguns recalcamentos e precisões várias e se é um facto: legalize it!
Já a sexualidade, é um mar de possibilidades em matéria de conversa. No meu caso específico, naturalmente condicionado pela minha inegável masculinidade (ah, pois!), procurei sempre conjugar o imaginário porno com a estética do erotismo e da sensualidade. E acho que é uma receita ganhadora, pois há dias (e amantes) pra tudo e uma pessoa tem que estar preparada para qualquer contingência...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:29 PM

Desculpa, Zu. Não volta a acontecer.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:31 PM

No meu comentário à Vague, onde diz 'pornografia masculina' deve ler-se 'prostituição feminina', que foi ao que ela se referiu. São apenas conceitos parecidos, mas eu distingo-os muito bem.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:38 PM

Masculina, porra, Masculina! (onde é que pousei a merda dos óculos?)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:40 PM

Não levaste a mal? É que se for "fofinha" não me soa tão mal; mas fofa... tem o efeito contrário ao pretendido :)
Acho que escreveste pornografia em lugar de prostituição. Pois é, pode evitar muita bronca séria derivada de recalcamentos, etc, etc - mas considerar como profissão digna? Vender sexo, vender o corpo? Nunca vi argumentos que me convencessem de que o melhor é legalizar. Recordo até algumas discussões há uns anos na tv sobre o assunto, em que várias pessoas ligadas ao problema (médicos, assistentes sociais), nada pró-conservadoras sequer, consideravam que a legalização não era a solução. Enfim, a matéria é complicada q.b. e tem muitos lados por onde pode ser observada.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 02:40 PM

A experiência corrige.

Publicado por: bill às janeiro 31, 2005 02:46 PM

A pornografia tb pode dar um empurrão e evitar recalcamentos, quem disse q não? mas é mesmo só um empurrão e para quem precisa (eheh)


parte two: olha o q copiei de um livro na fnac, uma citação q a Agustina Bessa Luis insere num dos seus livros:
'Quando temos uma coisa santificada e muito pura ela só se torna interessante se combinada com elementos grosseiros' (Takemitsu)
Do I need to say more?

Quanto à última frase...nem comento. É que, sabes, as receitas. não.não gosto de receitas nem é necessária muita experiência. É instinto, respeito pela mulher ou homem (sendo que respeitar pode ser tb 'faltar ao respeito' e mais não digo, q posso ser mal interpretada e gosto muito de respeitinho) e, também, respeito pela pessoa como um todo.

ps: acho q não vou ser mal interpretada pq aqui acredito q há gente boa e bonita, a sério. por isso me permito comentar estes assuntos de uma forma meio a brincar meio a sério.
E, não sei se estão a reparar, mas isto é um elogio a todos vós :)

Publicado por: vague às janeiro 31, 2005 02:47 PM

Não levei a mal e posso garantir que apesar de te entender fofinha não te imagino (saúde mental, ah pois!) como uma boneca de peluche. ;)
Quanto à prostituição (o termo 'digno' não é de minha lavra mas as mulheres que conheço nessa vida não me merecem menos consideração ou diferente terminologia), a legalização acabaria com diversos problemas que as atormentam: a violência e exploração por partes de proxenetas e de clientes, o acesso à segurança social, a vigilância médica e o fim da clandestinidade hipócrita que as entrega à sua sorte.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 02:54 PM

Quando me refiro a dignidade, é em relação ao trabalho (?) que fazem, não quanto a elas. Tal como tu, considero-as como pessoas, dignas portanto de todo o respeito. Agora o que fazem... Como disse, o tema é complicado e polémico, e há nele que distinguir prostituição de rua e prostituição de luxo. Tens razão quanto aos problemas que referes, sem dúvida. Mas mesmo assim não deixaria de haver riscos de violência, nem chulos a ganhar dinheiro com o negócio, criando redes de prostituição de que seriam os principais beneficiários.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 03:08 PM

Levantas uma questão importante, Zu: as duas 'classes' de pornografia. A prostituição dita fina é quase sempre voluntária, ou seja, quem faz é porque gosta de sexo ou de dinheiro ou da combinação de ambos. No extremo oposto estão mulheres sós a quem a vida não deixou alternativas ou a estrutura emocional não evitou o colapso do amor próprio.
O 'trabalho' não é digno se o virmos na óptica da exploração abusiva do corpo de alguém. Mas não estamos a falar de abuso, é lei da oferta e da procura (passe a expressão). Existem os que precisam e existe quem se predispõe a fornecer determinado tipo de 'serviço'. É indigno quando resulta de escravatura sexual e fenómenos afins.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 03:28 PM

Estarei parvo ou temporariamente disléxico? Duas classes de prostituição, queria eu dizer.
Vou tomar um café e volto já...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 03:31 PM

Totalmente de acordo. A protecção que deve ser feita é às desgraçadas que se vêem obrigadas a prostituir-se, às que o são por falta de alternativas ou por não se conseguirem ver livres dos chulos que as prendem por laços que são psicológicos além da violência física.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 03:36 PM

Agradeço toda a tua boa vontade Sharkinho... mas eu não consigo beber bagaceiras :( (shame on me)

Publicado por: maria árvore às janeiro 31, 2005 03:39 PM

Freud devia explicar a troca das palavras ;)
Ainda não comentei a foto que ilustra o post: está fantástica! Desconfio, porém, que se fossem velhinhos e não velhinhas, a expressão seria diferente. Estarei errada?

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 03:39 PM

Pois então muito boas tardes à malta da pesada! (pornografia, "hard", associação "pesada" tão a ver?)
Eu cá vi umas cenas dessas aí com uns 9 anitos em casa de uma vizinha, em bd os bonecos todos descascados com uns líquidos estranhíssimos a saltar...sem perceber nada mas a achar que devia ser algo importante pelo clima de proibido que andava no ar.
Mas o must mesmo, foi ter descoberto uns anos mais tarde, o Delta de Vénus, da Anäis Nin.

Publicado por: Mar às janeiro 31, 2005 03:51 PM

Gostaria apenas de referir que concordo com a legalização da prostituição por considerar que é a única forma de impedir que as prostitutas sejam vítimas de chulos e de redes de exportação.

Para além disto acho que seria a forma de elas (e eles) poderem ser colectáveis e contribuir para o PIB.

Publicado por: maria árvore às janeiro 31, 2005 03:51 PM

Maria Árvore, eu não te sugeri uma bagaceira. Propus uma aguardente tão suave como um uisque de malte e tão quente como as mãos de um Sharkuinho em período laboral.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 03:52 PM

Legalização da prostituição e legalização do aborto também.

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 03:56 PM

Zu, quanto à foto presumo que tens razão. Mesmo velhinhos, (alguns de) nós homens nunca dispensamos uma bisca dos três (nem que seja pela televisão).
O Freud também deve poder explicar isso, mas acho que tem a ver com o espírito de grupo da rapaziada.
Menos brejeiro, mas ainda assim: sim, (a maioria d)as mulheres tendem a prestar menos atenção a essas coisas. Nunca entendi muito bem porquê.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 03:58 PM

Vague, não me esqueci do teu elogio (que agradeço) e posso garantir-te que aqui no charco a coisa tem sempre que funcionar com base no respeitinho (que é muito bonito). Daí, tudo pode dizer-se sem receio de más interpretações. E quem não perceber bem a ideia que pergunte, pois entre amigos não há lugar a confusões. Um beijo na crista (da vaga).

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 04:02 PM

Na charneca em flor do Charquinho tem que haver respeitinho :-)

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 04:03 PM

Apetece-me contar uma história, verdadeira, que já me fez pensar bastante. Não é coisa que possa contar no meu blog (por razões materno-infantis), mas tem a ver um pouco com tudo isto de que estamos a falar, e inclusive com a foto. Mas acho que tomava demasiado espaço, e é um bocado complicada...

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 04:05 PM

Olá, meu elemento natural. Eu aprendi a ler pela cartilha João de Deus e utilizei boa parte dessa ferramenta de volta da obra do Henry da Anäis.
É muito mais da pesada do que a maior parte da pornografia que descobri. Quando li o Sexus, por exemplo, fiquei atordoado. Depois cresci e passou-me.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 04:07 PM

Charneca em flor? Estragas-me com mimos, Cláudia...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 04:12 PM

Bela reflexão sobre a pornografia.....até me animou o meu Hercules....eheheheh

Publicado por: Art Of Love às janeiro 31, 2005 04:17 PM

Charneca em flor, Cláudia? Estragas-nos com mimos...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 04:21 PM

Ora boa tarde a todos - beijoca ao anfitrião
Com que então pornografia para começo de semana?
Pois, se não me doesse tanto a cabeça talvez me conseguisse lembrar do nome do filme de animação que deixou a professora de história muito espantada numa visita de estudo - ainda eramos tão catraios. Já o filme estava quase a acabar quando ela reparou que aqueles gatos não eram assim tão inofensivos!
(coisas de colegas mais velhos e sem pudores)

Publicado por: sofia às janeiro 31, 2005 04:28 PM

Prostituição? Pornografia? Literatura de cama? Mas que é isto, hein?
Qualquer dia chego aqui a apanho-vos todos a fumar... ;)


Boa tarde, distinto painel de comentadores. :)

Publicado por: cap às janeiro 31, 2005 04:28 PM

Sobretudo prá Zu (CONTA! CONTA!), há espaço que chegue mas sempre que terminarem o vosso comentário (então os mais longos...) e ANTES de clicarem no 'submeter' façam um copy da coisa.
É que o servidor novo nunca mais dá à costa e entretanto regressamos ao tempo da internet da pedra...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 04:33 PM

Conto, mas demora. Tem de ser cuidadosamente contada e é longa. Vai escrita no word primeiro. Esperem um cadito.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 04:41 PM

Zu... estou aqui à espera, a fumar. :)

E sharkinho, eu sei que foste um gentleman na bebida que ofereceste. Mas no horário de expediente só bebo café :)

Publicado por: maria árvore às janeiro 31, 2005 04:48 PM

Passei só para desejar boas tardes e, roer-me de inveja ... hoje não posso fazer sala convosco, beber um copo e fumar um cigarro, em amena cavaqueira ... com muita pena minha. Até mais logo.

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 04:58 PM

A história é longa, já avisei, e complicada q.b.. Diz respeito a uma empregada doméstica que veio tomar conta de um senhor idoso que eu conhecia, inválido. A rapariga vinha das berças cheia de vontade de deixar de ser virgem, e mal saiu da alçada da irmã com quem vivia ao fim-de-semana (ela dormia em casa do senhor) tratou de resolver esse problema. Ela tinha o que eu só consigo chamar de vocação para puta (perdoem a expressão, mas é a melhor que me ocorre(. Homem que visse na frente era homem ao qual se insinuava, ao ponto de uma vez estar em casa de um familiar do senhor de quem ela tratava um rapaz amigo da família a quem ela não deixou de mirar com ar guloso, como o rapaz depois me contou, espantado pela falta de senso da rapariga (isso passou-se na frente de toda a família, o rapaz até se sentiu mal com a situação). Envolveu-se com o fisioterapeuta que tratava do doente, tentou fazer o mesmo ao que o veio substituir, enfim: olhava para tudo quanto fosse homem com o ar libidinoso a que uma carita gaiteira e um corpinho jeitoso davam uma ajuda. Acabou no olho da rua, por não fazer o trabalho em condições nem tratar o senhor com os cuidados devidos. Foi vista depois por mais de uma vez a sair de carros caros, ou de hotéis… As últimas notícias que me deram dela envolviam uma passagem por um hospital, espancada, decerto por algum cliente.
Ela não tratava do senhor inválido em condições, disse eu. Mas fazia uma coisa que nenhuma outra empregada fazia ou faria. Ao tratar da sua higiene, ela fazia com que ele tivesse erecções. Quando esta história me foi contada, por uma familiar do senhor completamente indignada, eu não consegui deixar de pensar que, no meio da total falta de juízo da rapariga, ela tinha feito algo se calhar importante para aquele senhor. Viúvo há anos, inválido, como disse, incapaz sequer de se masturbar, ele teve graças àquela desmiolada alguns momentos de um prazer que de certeza nunca mais tinha pensado usufruir na vida.
Fica a história, e eu piro-me; não se admirem se eu não comentar tão cedo, provavelmente só à noite o conseguirei fazer.

*Note-se que os adjectivos usados não são por ela gostar de sexo, mas por não ter o menor discernimento sobre o que é decoro, relações profissionais, etc, etc.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 05:06 PM

pois eu lembro-me de descobrir numa gaveta da mesa de cabeceira do meu pai (!...) um manual de posições várias, desenhadas à mão e muito bonitas, acompanhadas de textos mais ou menos poéticos... foi o meu primeiro contacto com uma publicação explícita, a que se seguiram as famosas ginas no recreio da escola, e depois os filmes hardcore de proveniências várias.
por várias vezes conheci parceiras que partilhavam o gosto por aquecimentos desses e festas a dois com peripécias várias dentro e fora do ecrã...
hoje interessam-me mais as artes eróticas de vários paises, tempos e culturas, modernas e antigas.
as edições da taschen erotica universalis, fáceis de encontrar, são muito bonitas apesar do pequeno formato.

abraço.

Publicado por: jorge às janeiro 31, 2005 05:28 PM

Ahahahh. Essa história está demais, ó 1poucomais. Acho que tens que contar mais cenas dessas ou pô-las num post :-) Estou a falar a sério.

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 05:38 PM

Charquinho: Mimos? Sou mais de andar à paulada... ;-) Aquele textozinho de 1poucomais está demais, a sério. Quero mais textos assim! Com histórias destas, tu já viste o que se poderia escrever? Sou muito cusca, adoro histórias assim!

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 05:53 PM

Tens razão Cláudia, se calhar quem transforma o comentário da Zu em posta sou eu. Se ela deixar, claro, considerando a abordagem vincadamente charquinhense que me caracteriza.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 06:05 PM

:-) É mesmo! O diplomata de sempre...

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 06:07 PM

És um tipo cheio de sorte, Jorge. Salvo raríssimas excepções, todas me reagiram com o clássico 'que nojo' quando me atrevi a propor uma sessão cinéfila mais...humm...estimulante.
Curiosamente, algumas das mais chocadas revelar-se-iam as mais arrojadas. Quase, quase pornográficas...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 06:08 PM

Ò Art Of Love: Fiquei sem saber se o Hercules é o teu cão ou a tua pila. Não leves a mal, mas lendo a coisa assim a frio...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 06:14 PM

Eu percebi pila...

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 06:18 PM

Ná... Eu compreendo que nós homens (sobre)valorizamos bastante esse apêndice multiusos, mas daí a baptizá-lo...
O Art tem que nos elucidar melhor, ò Cláudia.

(que nome é que eu podia dar ao meu? Deixa cá ver...)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 06:24 PM

Q se passa aqui? DE quem é aquele texto enorme? é da vague?

Publicado por: de quem é isto? às janeiro 31, 2005 06:25 PM

Charquinho: bazuca.

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 06:30 PM

Azulinha,

li transversalmenete agora o teu texto e mexe em tanta coisa que...falarei mais tarde.

Sei é q é possível a um homem mesmo inválido ter erecção. E ela nem precisava de ser puta ou ter efeitos especiais. Podia só ser mulher e feminina. Eu depois conto a história que eu ouvi sobre isto. até logo, divirtam-se :)

Publicado por: vague às janeiro 31, 2005 06:30 PM

Nã, bazuca é muito belicista e pode transmitir uma ideia desproporcionada às pessoas.
Acho que não se adequa, Cláudia. Mas agradeço a sugestão, até porque não é tão fácil quanto parece...

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 06:53 PM

Oh Vague, concerteza!! Um homem pode ser inválido mas há dentro dele ânimo que o transcende, e onde acorra o sangue há sempre um estertorzito a lembrar-lhe que, inválido mas homem Caraças!

Publicado por: Eufigénio às janeiro 31, 2005 06:56 PM

Estou a ver que isto por aqui está interessante, mas só vou poder ler os comentários mais logo. Está-me a apetecer fincar o dente no tema do sexo e da pornografia...

Publicado por: derFred às janeiro 31, 2005 06:59 PM

Olhó Lagoa, sempre tão discreto, tão moderado, mas quando lhe salta a mola é estertorzito que até estala! Mas homem, caraças.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:02 PM

Só que o sexo raramente se aprende bem por catálogo e com treinadores de bancada.
De qualquer, forma, se as azeitonas forem de boa qualidade...

Publicado por: ajcm às janeiro 31, 2005 07:03 PM

Ainda não retribuí a beijoca da Sofia nem agradeci o seu contributo felino (gatinhos, hã?) para esta profícua conversação.
Bejoca! Brigado!

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:04 PM

E antes que lhe dê a ciumeira, vai também um carinho pró Cap(itão)!

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:05 PM

Não interpretes mal a minha posta ajcm (welcome, se é uma estreia por cá). Foi sempre com azeitonas das melhores (alentejanas) e claro que acabei por descobrir os benefícios da praxis na evolução da aprendizagem. ;)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:08 PM

Eu ando já ao tempo, para justificar esta razão de me encostar aqui pelo canto oh tubarão.

É que eu tenho um problematizativo de relacionamento social: sou tímido à brava! Postitos até 20 comentários ainda me arrisco, mas mais do que isso começa-me a falhar a tecla pá. E isto aqui, não sei como fazes, mas se um gajo não vem logo quando ainda há pipocas na mesa, e não sai cedo, fica dificil para mim, parece-me que me falta o ar caraças. Mas claro que não perco nada, lá fora, em cima das latas, a espreitar pela janela da garagem ...

Publicado por: Eufigénio às janeiro 31, 2005 07:09 PM

Contianuam a falar de pornografia? Posso dizer que não me choca nada ... já vi má e boa pornografia e, não nego, pode até ser estimulante.
Sharkinho, um nome para o apêndice???? hummm vou pensar nisso. :-)

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:13 PM

Charquinho, só agora percebi a da azeitona... É o que faz não pensar como um homem...

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 07:14 PM

Oh! Si cariño... também para ti, Anfitrião. :)))
(a tua sorte foi eu ter estado de castigo até agora - penitências de quem cigarreou sábado e domingo - e de não seres uma baleia branca também)

Publicado por: capTAIN às janeiro 31, 2005 07:16 PM

Karla: o apêndice não tem nome. Vamos denominá-lo de anómico e pronto.

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 07:17 PM

Eufigénio, não há melhor terapia de grupo, para problemas de relacionameto social, que aqui o consultório do Dr. Sharkinho ... e não fiques só a espreitar, participa.

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:18 PM

Ò Eufigénio, basta visitar o teu blogue para perceber porque páras nestas águas. Sou, talvez, menos tímido do que tu por detrás deste filtro protector, mas também tenho os meus atrofios e às vezes dou à sola...
Tu és para mim um cromo especial e não precisas de dizer nada para eu saber que cá andaste. Mas se quiseres vencer esse problema respiratório, o ambiente que se cria neste blogue é dos melhores para desentorpecer a fala. Grande abraço pra ti, Lagoa!

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:19 PM

Eu acho uma piada à propaganda política que anda nos blogs actualmente. E há aqueles em que não podes deixar comentários... É ver e calar...

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 07:21 PM

Ó Karla, vês como não é só com a Maria que tens pontos comuns? Olha só como respondemos em coro ao Eufigénio. Temos que descobrir melhor as nossas sintonias, talvez haja aqui um ponto de partida para uma viagem de exploração aos nossos pontos de encontro. Ponto parágrafo.

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:23 PM

Sharkinho, eu já tinha percebido ... mas a inibição, impedia-me de assumir. Sim, sou uma miuda cheia de inibições ... ;-)
Será mais um ponto de encontro(ponto de interrogação)

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:31 PM

Sem dúvida(ponto de exclamação em ponto de rebuçado) :)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:33 PM

(reticências reticências) pois (reticências)

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:35 PM

Inibição em matéria de quê?

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 07:35 PM

Por exemplo, Claudia,
em dizer tudo o que nos vem à cabeça.

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:38 PM

:-)

Publicado por: Claudia às janeiro 31, 2005 07:46 PM

Não me escondas nada, Karla. Senão ainda me perco e não dou com os pontinhos...
(olha, estavam aqui)

Publicado por: sharkinho às janeiro 31, 2005 07:48 PM

Shark,
há sempre coisa que se têm de esconder... ou, onde fica o mistério das coisas?

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 07:54 PM

Bem, quase não disseram nada sobre o meu imenso texto. Eu avisei que era complicado e tocava em muitos aspectos... Transformá-lo em post, Shark? Eu fá-lo-ia se tivesse espaço para isso no meu canto, mas ali não dá. Se quiseres, é uma questão de conferenciarmos sobre o assunto.

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 07:56 PM

Zu: adorei a tua história.
E concordo que ela deu uma enorme prenda ao homem. E depois, eu sou uma romântica desmesurada e acho sempre lindo quando alguém dá alguma coisa sem esperar nada em troca.

Publicado por: maria arvore às janeiro 31, 2005 08:02 PM

E já agora: mas vocês não costumam mesmo dar nomes a esse vosso especial apêndice? (e mais não digo, o silêncio é de ouro)

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 08:06 PM

Então não costumam ...
Uns chamam-lhe Zézinho ... outros Osvaldão ...há para todos os gostos. :-D

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 08:09 PM

Antes de mais beijinhos a todos.
A minha opinião sobre este assunto é simples e directo. A pornografia repugna-me!
Levar o sexo para outra direcção, que não seja a união de duas pessoas que se gostam, faz-me confusão! Eu já vi 5 min de um filme pornografico e não vi mais porque achei aquilo nojento! Como é possivel haver pessoas que fazem sexo, só por fazer, para ganhar dinheiro! Não compreendo!
Quando fazemos amor com a pessoa de quem gostamos estamos sempre a aprender coisas novas e não precisamos de ver revistas nem filmes de merda!

Publicado por: Carolina às janeiro 31, 2005 08:14 PM

A confusão que o Sharkinho tem hoje feito entre pornografia e prostituição tem uma boa razão de ser: quem participa nesses filmes prostitui-se. O comentário da Carolina deixa-o claro (e não te sintas sozinha, a pornografia repugna-me também).

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 08:20 PM

Pois karla ;)... ou antoninho, ou manelinho ou qualquer diminuitivo carinhoso como se faz com um animal doméstico. :)

Publicado por: maria arvore às janeiro 31, 2005 08:21 PM

:) Karla e Maria

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 08:29 PM

E já agora que estamos numa de comentários sobre sexo, faz-me muita confusão quando pessoas que têm companheiros ou companheiras, arranjam amantes. Nestes casos, acho que as pessoas dão mais valor ao sexo, caindo no ridiculo de procurarem outras pessoas para satisfazerem os seus desejos carnais.
Num outro post o DerF referiu que o Homem nunca deixou de ser primitivo e eu concordo com ele em relação ao que referi.
Abaixo a poligamia!

Publicado por: Carolina às janeiro 31, 2005 09:19 PM

LOLOL Carolina,
Não me leves a mal, nem sintas como insulto. Mas agora só me apetece responder-te "Daqui a uns anitos falamos" ou, "Cresce e aparece".
Sem maldade ... também sou romântica, mas já não acredito no Pai Natal.
Beijinhos para ti. :-)

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 09:28 PM

Desculpa Karla, mas eu acredito e sei que existem pessoas que são fieis!
Um beijinho também para ti!

Publicado por: Carolina às janeiro 31, 2005 09:38 PM

Pois existem, não digo que não... mas achei tanta piada à forma como disseste "abaixo a poligamia" ...

Publicado por: Karla às janeiro 31, 2005 09:44 PM

Mais uma vez, apesar da experiência da vida, continuo a acreditar na fidelidade, no amor em exclusividade, no compromisso. Apesar de todas as tentações que possam rondar. (Mas também achei graça à forma como escreves "abaixo a poligamia", Carolina :)).

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 09:49 PM

Estou consciente da realidade dos factos! Apenas não os aceito! :)

Publicado por: Carolina às janeiro 31, 2005 10:10 PM

Eu gostaria de agradecer ao sharkinho as azeitonas e a canção da oliveirinha da serra.

Publicado por: maria arvore às janeiro 31, 2005 10:45 PM

Eu gostaria de agradecer ao sharkinho as azeitonas e a canção da oliveirinha da serra.

Publicado por: maria arvore às janeiro 31, 2005 10:45 PM

Eu gostaria de agradecer ao sharkinho as azeitonas e a canção da oliveirinha da serra.

Publicado por: maria arvore às janeiro 31, 2005 10:46 PM

Nem tens de aceitar, Carolina. Uma coisa é ir namorando, flirtando, ou o que se lhe quiser chamar, na base do descompromisso. Outra é escolher um parceiro para a vida; e para isso convém escolher quem pense da mesma forma (há-os por aí; quase todos casados, mas isso é outra história, e válida provavelmente mais para quem anda nos "thirty too many" ;)

Publicado por: 1poucomais às janeiro 31, 2005 10:47 PM

(a Mi tem estado a hibernar, mas manda um beijinho aos amigos destas bandas)

Publicado por: Mi às fevereiro 1, 2005 01:05 AM

Quando eu estive aqui ia em 65 comentários. Gente desunhada para escrever, parece que não têm blogs :D

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 02:25 AM

Azul,
Essa rapariga 'cheia de vontade de deixar de ser virgem' está gira, está :) Tens um talento que eu desconhecia para contar histórias destas. Mais, mais!:)
Jorge,
A sede de conhecimento por artes de vários países e culturas é uma forma gira de pôr a questão :)
Eufigénio, por acaso é mesmo e há coisas que não se podem esconder - o mesmo se aplica às mulheres, embora mais discretas.
Meninas,
cuidado com o Fred que está com vontade de morder em alguém.
Ó Sharkinho,
explica lá isso das pessoas chocadas versus pessoas arrojadas. Este rapaz sai-se com cada uma que uma pessoa fica a pensar, que imaginação mais bravia, carago!:)
Karla,
mas há 'boa pornografia'? Ressalvo q não estou a fazer um julgamento de valor, até porque a informação pode interessar, quanto mais não seja para aumentar a cultura geral ;) Não conheço boa pornografia, acho que tenho andado por maus caminhos e não sei o que é bom :)


Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 02:41 AM

Por acaso o Sharkinho tem cá um talento inato para nos fazer falar...abençoado seja! :D

Mª Árvore
"acho sempre lindo quando alguém dá alguma coisa sem esperar nada em troca" - e eu ainda mais romântica pois ligo logo essa imagem ao 'amor'.
Amor e sexo - a canção de Rita Lee. Esperem, vou pôr a tocar...

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 02:46 AM

Ó Vague, que andas a fazer por aqui a esta hora? Não me digas que já te levantaste!!!!

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 02:52 AM

(tenho a impressão que estou aqui a falar sozinha)

Não sei onde pára a Rita Lee e trouxe um disco daqueles que dá vontade de amar. Espero tb que os meus vizinhos gostem.

Maroon 5 em Songs about Jane: é um cd de homenagem/ inspirado na ex-namorada do vocalista do grupo.

E quantos homens (ou mulheres) teriam a generosidade de honrar assim um amor passado?
Talvez conseguisse, se tivesse arte e engenho para o fazer com tanta beleza e dar afinal a machadada última e terminar em grande o luto desse amor.

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 02:56 AM

Azulinha, uma alma aqui, finalmente!
Isto são os efeitos secundários da siesta à conta da gripe :P

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 02:59 AM

Ver e calar é q tá mal Cláudia :)

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 03:13 AM

Então vamos lá morder a coisa.
Em primeiro lugar, o sexo tem de ser encarado com naturalidade. O sexo em si é bom - dá prazer e o prazer é salutar. Mas só quando nos libertamos das grilhetas da nossa educação judaico-cristã é que podemos ter plena consciência disso. Não há pecado no sexo.
A prática do sexo, como a de qualquer outra actividade humana, pode ser boa, mediana ou má. Mas isso está relacionado com a cultura de quem o pratica e não com o sexo propriamento dito.
A pornografia é pura e simplesmente uma representação explícita do sexo. Pode ser boa, mediana ou má. É uma questão de gosto.

Publicado por: derFred às fevereiro 1, 2005 03:42 AM

Antes de mais, bom dia! Começo por chamar a vossa atenção para o facto de estar na forja uma posta assaz ruinosa do meu parceiro derFred (ainda hoje, num computador perto de si).
E sigo para o ponto onde tive que abandonar abruptamente a conversação.
Karla: sim, algum mistério é fundamental. Por mais do que uma razão.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 09:47 AM

O derFred sai-se com cada uma às quase 4 da manhã!...
Muito bom dia

Publicado por: sofia às fevereiro 1, 2005 10:12 AM

Zu, Zu...
Estamos cada vez mais em lados opostos da 'barricada'. Atão tu dás força à Carolina? Uma coisa é alimentar determinado princípio (na maioria dos casos, uma fantasia), a outra é diabolizar as opções contrárias.
Eu concretizo: aquela dos 'quase todos casados nos trinta e muitos' é, na minha perspectiva, um claro apontar do dedo a um grupo concreto de pessoas, já que as associas a um determinado comportamento que afirmas rejeitar. E as pessoas, para mim, medem-se tanto pelo seu estatuto de casadas como pelo de ateístas ou de homossexuais. Valem por si, pelo que são e em nada interessa o teor dos seus compromissos individuais (que variam de pessoa para pessoa e de relação para relação). A 'pedra de arremesso' em que transformaste o estatuto de uma classe específica de pessoas, pois forneceste uma conotação pejorativa, deveria ter em conta algumas situações menos vulgares e nem por isso mais censuráveis. Soa como apontar indiscriminadamente o dedo às mulheres divorciadas como potenciais desfazedoras de casamentos...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 10:12 AM

Eh Tubarãozinho... com essa até eu me engasguei!

Publicado por: sofia às fevereiro 1, 2005 10:21 AM

Muito bom dia pra ti também, Sofia!
Realmente, o meu parceiro tem um horário biológico fora do normal...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 10:22 AM

Engasgaste-te porquê, rapariga? Se eu fundamento a minha relação com as pessoas na base da franqueza e me exponho perante elas, justifica-se que possa manifestar abertamente a minha discordância perante comentários que me desagradem. Até porque estou na casa dos trinta e muitos e (ninguém me perguntou e, embora ache irrelevante, o meu email é público) nunca referi se sou casado ou não, pelo que pode servir-me a carapuça. Não sendo esse o cerne da questão, pois eu falo de mim o bastante para descobrirem o que interessar e já referi que só escondo da maioria o que possa comprometer o meu anonimato, esforço-me por fugir aos rótulos e não aceito juízos de valor. E esses estão implícitos no tom.
A Zu é alguém a quem tenho em boa conta e é dessas pessoas que nunca espero indirectas que, na verdade, podem vestir-me com uma pele que me soa injusta, posta dessa forma.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 10:44 AM

derFred disse:
"O sexo tem de ser encarado com naturalidade. O sexo em si é bom - dá prazer e o prazer é salutar. Mas só quando nos libertamos das grilhetas da nossa educação judaico-cristã é que podemos ter plena consciência disso"

nã, não vou por aí
..eu não encaro a minha educação judaica-cristão como algo que entorpece a vontade, o desejo o o instinto. Nunca o senti desse modo (ando a falar mto à vontade neste blog, mas tudo isto é natural e o que é natural é bom mas a consciência disso e de me auto-criticar é q é um reflexo da tal educação, é um pouco a tal nudez q é essa pode ser constrangedora.)

Mi, que é feito de ti? E os bébés? :) aliás um belo reflexo e a prova provada da coisa mais natural do mundo :)

Maria Árvore, Mar, Karla e todos, olá, hoje estou especialmente ternurenta, assim
beijos a quem é de beijos, abraços a quem é de abraços, vou à vida q se faz tarde e vou atacar em força uma pilha de papéis, vou desbatá-los todos!
vague Maré tonta

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 10:48 AM

Admiro-te a franqueza como a admiro em qq pessoa, Sharquinho. Mas não me parece, se me é permitido opinar, acho q a Zu se está a referir a algo diferente do q te referes. Acho q há coisas q só ao vivo se falam melhor e este é um tema giro, a legalizaão ou não da prostituição, o aborto,a infidelidade, o amor, o sexo. Acho q às tantas chegamos todos não direi a um consenso, q não me parecer saudável num debate, mas conversando ao vivo há pistas de conversa e é isso o enriquecimento. Todos a alinha pela mesma tabela não é bom, não gosto, gosto do debate saudável, com pontos nos iis e com a dose qd de ambiguidade picante nsetes temas ;)
Sim? Falamos disso na casa das mantas, tá? :)
SE eu for, q com tanta exposição, não sei se me atreva. Não digo isto p/ me convencerem a ir ou a não ir, pq qdo meto uma coisa na cabeça sou teimosa como um burro. Digo isto pq quando penso na maré alta e no outro blog q fechei, e fechei tão facilmente como o abri, sinto-me exposta e este espaço, o da net, é, apesar de tudo, um espaço de liberdade e onde não me quero ver rotulada nem quero q de mim digam ilacções. Pq eu sou verdadeira mas a Vague não existe e no entanto sou eu q lhe dou alma. E alguém q me mande calar.

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 11:00 AM

Calma Tuby.
Engasguei-me porque estava a beber água enquanto lia - foi um reflexo fisico
Imagina-me, de garrafa na mão, a ler em ti aquilo que não consegui dizer, por não encontrar as palavras certas...
É que acima de tudo, concordo contigo

Publicado por: sofia às fevereiro 1, 2005 11:09 AM

Mais uma vez, tens toda a razão, Vague. Este não é o meio apropriado para colocar pontos nos ii.
E lendo o que escrevi pode soar hostil à Zu e não é esse o meu estado de espírito. Apenas reagi a quente ao que entendi como uma injustiça. E se calhar nem é, depois de contextualizada a questão.
Por isso entendo ser vital que nos comuniquemos ocasionalmente por outras vias e aí possamos expor com clareza as nossas certezas e interrogações.
Desculpa, Zu, pelo meu tom tão sério. Eu tenho explicações para te fornecer e assim o farei quando, como (e se) estiveres disposta a debater a questão face-a-face ou, no mínimo, fora desta exposição.
Eu gosto muito de ti, mesmo nesta dimensão virtual. E o meu afecto é analógico, tão real como a minha intenção de ser uma pessoa da tua confiança. Nada mais.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 11:11 AM

E é como diz a Vague, de ti não esperaria menos que a franqueza. Não é à toa que gosto tanto de "andar" por aqui.

Publicado por: sofia às fevereiro 1, 2005 11:13 AM

Oh Tubarão,
Ainda assim acho que a Carolina tem a sua razão, cambada de trintões estereotipados, tinham logo de sair todos iguais.

Publicado por: Quarentão, ah pois às fevereiro 1, 2005 11:14 AM

E primitivos também (tinha-me esquecido de dizer) aí sempre prontos para saltar assim de quem esteja mais desprotegida

Publicado por: ...e Casado, ah pois às fevereiro 1, 2005 11:16 AM

assim = em cima

Publicado por: ...tv um pouco trapalhão, tambem às fevereiro 1, 2005 11:17 AM

Shark, o nível do debate continua interessantíssimo, como sempre. Parabéns também pela tua franqueza.

É pena não ter tempo para passar por aqui o dia...

Publicado por: Leonel Vicente às fevereiro 1, 2005 11:26 AM

Já disse q gosto mto de vcs?
:)

E a Zu está de parabéns hoje, A Miosótis em flor faz anos, bora lá à festa, vinde camaradas.

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 11:28 AM

Bom dia a todos. Muitos beijinhos e abraços.
Lidos os inúmeros comentários, eu concordo totalmente com o sharkinho. Na minha opinião, não existe nenhuma moral sexual mais válida que a outra. E ainda digo que, se eu não imponho a minha a ninguém, por favor, não me queiram vender outra.

Depois... gostaria de dizer ao quarentão casado :) que vou responder à provocação, apesar de já não ser trintona mas quarentona. Porque é óptimo ser de uma geração que tem respeito pela liberdade de opções de cada um. Porque é óptimo ser primitivo se isso é mostrar os sentidos todos à flor da pele , se isso é fazer tudo apaixonadamente.
É minha opinião que vale a pena apagar o instinto de competitividade. O instinto primitivo de nos darmos aos outros é a melhor herança que temos dos primeiros homens.

(eu não estou chateada com ninguém aqui; aliás, eu adoro-vos a todos. Mas não consigo deixar de dizer o que penso e nem sempre o faço com a diplomacia necessária).

Publicado por: maria árvore às fevereiro 1, 2005 11:35 AM

Sharkzinho, tu não entendeste nada do que eu disse. Nadinha.
1º - O que eu digo à Carolina é que ela tem todo o direito de procurar o que busca. E se o que ela busca é uma relação a dois, baseada no compromisso e na exclusividade, é por isso que deve procurar. Isto não significa meter uma anilha no dedo do primeiro que aparecer, não significa não ir namorando, até porque isso de encontrar um companheiro para a vida não acontece na primeira esquina, nem na segunda ou mais.
2º - Quem procura algo diferente do que a Carolina, tem todo o direito a isso. Não terá é o direito de prometer a fidelidade que não pensa à partida manter. Não que seja fácil mantê-la sempre - já se falou disso noutro lado, e já ali te disse qual a minha opinião (que não é baseada em teorias, mas num saber de experiência feito, podes crer). Mas acreditar nisso como ideal a tentar, porque não?
3º - Eu não pus rótulo nenhum aos homens de 30 e muitos nem diabolizei ninguém (logo eu... também por outra via te posso contar outras coisas, Shark, que explicam porque posso continuar a perseguir um determinado ideal, mas sou absolutamente tolerante com os outros). Se calhar não se percebeu, mas o que eu pretendi dizer foi apenas um lamento face ao facto de que a maioria dos homens da minha idade que conheço e que acho interessantes são casados. O que para mim constitui, à partida e pelo respeito que a instituição matrimonial me merece (bem como pela situação muito delicada que é um triângulo amoroso), um sinal de STOP no meio da via que só apanhada desprevenida não acatarei.
Percebeste agora, Tubyzinho? Não meti carapuças em ninguém... Escrevo é por vezes de forma tão sintética (e num repente) que pode ter soado diferente do que pretendi dizer.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 12:07 PM

E relendo o que outros disseram (ainda de olhos meio em bico, que com a porcaria dos óculos vejo mal e ainda não pus as lentes de contacto): eu lá disse que os homens casados de 30 e tais andam por aí a tentar saltar em cima da primeira mulher que apareça????? Onde???? Ora vão lá ler o que escrevi entre parênteses. Só disse à Carolina que há homens que pensam da mesma forma que ela (o resto foi o que acima expliquei, eu a falar com os meus botões sobre etc e tal).
E está descansado, Tuby: não estou nada zangada por estares a ser tão ferozmente frontal. Acho é que te enganaste na interpretação que deste às minhas palavras.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 12:12 PM

Zu, só não posso concordar contigo numa coisa.
Ele há homens não casados interessantes e excelentes pessoas...

Publicado por: sofia às fevereiro 1, 2005 12:15 PM

Eu vou apanhando e respondendo e a pilha de papéis está a descer mais devagar do q devia. Isto hoje tá calmo e eu preciso de descansar da noite :) sou alentejana, querem ver?

(Tá aí a Mar não tarda com o xarope q é bom para a tosse :D)

Maria, moral sexual? Nem sei o q isso é. a sério, mas alguém tenta moralizar alguém ? nas nossas idades? a conversa é de opinião,cada um dá a sua e claro q qdo damos opiniões algo em nós quer convencer o outro. Mas eu não imponho nem gosto q me imponham. Tenho esta ilusão de ser livre...
Ilusão q é tanto qto sei, real nestas coisa, até agora ninguém me castrou ;)

Quem quer que faça o q entender e com o consentimento mútuo tudo é possível e certo. è o q penso. quando não gosto, piro-me. é a minha maneira simples ( ou simplista) de ver as coisas.
Qto a assuntos mais polémicos, meus queridos pela palavra escrita nem sempre se consegue e imaginem-nos, gatos pingados em frente ao pc! Tragam uma mante, fazemos uma fogueira e assamos umas bifanas.
Vou almoçar.
:)*

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 12:36 PM

Sofia, claro que há, mas eu é que não os tenho encontrado. Questão de desencontro, apenas, espero ;).

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 02:19 PM

(há-os por aí; quase todos casados, mas isso é outra história, e válida provavelmente mais para quem anda nos "thirty too many" ;)

Ai, 1poucomais, mas que verdade... Acertaste em cheio no meu caso...

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 02:31 PM

Boa tarde a todos,
beijinhos a todos,
Que tema temos hoje em discução?

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 03:17 PM

Gostar de homens casados... É uma calamidade, Karla...

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 03:26 PM

Cláudia, o tema não é esse! Pode ser, mas não é exclusivo. São muitos temas juntos, Karla. Beijinhos para ti também.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 03:49 PM

A outra julga-se mais inteligente do que eu...

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 03:49 PM

Desculpem a minha ausência, mas fiquei sem acesso ao blogue durante algum tempo.
Parabéns, Zu, pelo aniversário da tua menina!

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 03:59 PM

Obrigada, Tuby :) Estou práqui babadinha como mãe-babada-em-dia-de-aniversário-de-filhota-querida.

(Mas podes continuar a discutir comigo, eu não fujo de uma boa discussão).

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 04:04 PM

Coincidência. Eu também não conseguia entrar. Foi a hora do meio-dia e depois, quando consegui, não conseguia postar comentários...

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 04:06 PM

Já reparei, Zu. Mas eu não quero discutir contigo numa plataforma que aparentemente já nos pregou uma partida. A Vague tem toda a razão, certos assuntos talvez devam ser colocados em devido tempo e com as regras do jogo tão bem definidas que nada se preste a confusões.
Ademais, discutir o quê se eu estou cheio de razão? (esta é mesmo só pra picar...)

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 04:14 PM

Olá Cláudia!

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 04:17 PM

Ora bolas! Desapareceu o comentário que aqui tinha deixado!
Dizia eu que estavas cheio de razão ao dizeres que os trintões não são lobos maus prontos a devorar capuchinhos vermelhos indefesos. O que me fez lembrar uma canção engraçada que conheço na voz do João Gilberto, sobre um lobo mau que acaba caçado por um capuchinho sedutor ;)

Acho que já entendeste o que eu quis dizer, não entendeste, Tuby?

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 04:42 PM

Glup...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 04:51 PM

Que foi?

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 04:56 PM

Eh! Eh! Sentes-te enredado Sharkinho? ;)

Publicado por: itão às fevereiro 1, 2005 04:59 PM

Não conheces a música, Tuby? Vou ver se encontro para ta mandar :)
(Padrinho, padrinho, depois o tubarão arreganha os dentes e ainda me arranha ;))

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 05:05 PM

Estou fulo com a merda do servidor! Se o Paulo Querido não se despacha eu dou em maluco com estes soluços constantes!

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 05:27 PM

A ocasião faz o ladrão.

A uma mulher para ser infiel basta estar apaixonada. A um homem basta ter um sítio.
:DDDD

(isto para explicar uma coisa muito simples: se ele há trintões e quarentões e cinquentões e trintonas e quarentonas e cinquentonas que não se importavam nada de dar uma fora do penico, é apenas porque (na nossa sociedade) o caso típico é casar aos vintes. Passados uns anos, a vontade de uma certa quebra de rotina surge).

PS: o teu texto, Zu, levanta questões morais interessantíssimas

Publicado por: catarina às fevereiro 1, 2005 05:28 PM

E o tempo, hã? Tá visto que nunca mais chove...
E o servidor, a trabalhar tão mal. DerFred, a coisa não tá fácil. Vai-te queixar ao Paulo Querido que isto é um boicut. (corta ao meio as tentativas infrutíferas de um certo bovino)

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 05:31 PM

A questão da fidelidade prende-se com o esforço (em certas alturas de menos 'animação' da relação estável) para manter um compromisso que se quis tomar. Não tem nada a ver se existem ou não paixonetas, tem a ver com ultrapassar essa paixoneta sem ocorrerem mortos ou feridos.

Publicado por: catarina às fevereiro 1, 2005 05:32 PM

Não há como a nossa Catarina para dizer tudo em poucas palavras! (Coloca, sim; coloca muitas, por isso esse caso me fez pensar tanto).

Sr. Tuby, não acha que andou a fugir às perguntas colocadas? ;)

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 05:34 PM

E que questões morais são essas? Vá, põe lá o dedinho na ferida...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 05:41 PM

Perguntas? Quais perguntas? Ò Zu, define melhor a questão que eu hoje já dei bastante corpo ao manifesto e ainda tenho que ir levar o lanche à avózinha...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 05:45 PM

O Sr. Tuby até fala do tempo, só para disfarçar... ;)

Catarina, hoje já não é tanto assim, casa-se mais aos trintas e não se perde muito tempo para fazer olhinhos à Medeiros Ferreira por aí. Embora discorde totalmente com generalizações: nem todos fazem isso, nem se pode culpar assim a rotina. Ela é feita pelas pessoas, não surge de geração espontânea.

(porque é que no trabalho tanto se luta contra os contratos a termo certo e nas relações humanas é cada vez mais isso que se quer? 'tá mal!)

Publicado por: itão às fevereiro 1, 2005 05:49 PM

Sharkinho de capuchinho vermelho? ;) Deves ficar uma delícia (loba má lambendo as beiças - salvo seja, não me interpretem mal outra vez!!!!!!!!!!!)

Não tenho tempo agora para falar sobre as questões morais levantadas pelo meu texto; tinha pensado que elas seriam focadas aqui, mas acabou por não se discutir o texto propriamente dito. Como não se falou da sexualidade das pessoas idosas, tantas vezes esquecida, negligenciada, mas... hei-de procurar uns textos que li sobre o assunto e escrever mais umas coisas, se o dono daqui do Charco me der licença (continua a ser tema de difícil abordagem num blog que a minha filha lê).

O Cap(itão) coloca o dedo numa importante ferida: a rotina. É fácil cair nela, darmos por nós enredados nela. Quando duas pessoas querem mesmo estar juntas, têm de arranjar maneira de lhe escapar ou de a ultrapassar. E o remédio não passa, a meu ver, por umas "voltinhas com outros e outras", embora haja quem assim o faz. Em geral, isso não resolve o problema, apenas o agrava: problemas a dois devem ser resolvidos a dois, olhos nos olhos (e outras coisas noutras coisas, também dá jeito).

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 06:02 PM

Olha, olha ... afinal o Sharkinho arreganhou o dente ... também tens mau génio ...

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 06:12 PM

1poucomais! Então a tua filhota faz anos?!Beijinhos para ti, mãe babada, e para ela!******************************************************************************

Publicado por: Carolina às fevereiro 1, 2005 06:16 PM

(O que puseste tu nesta sangria hoje oh Sharkinho?)

A questão da fidelidade não se pode prender com o esforço, não concordo. Fica a fidelidade e vai-se a felicidade. A questão da fidelidade só pode existir se assim nos sentirmos bem e satisfeitos. E não falo de amor, por trás da fidelidade não está muitas vezes o amor, mas simplesmente a saciedade (dói um pouco escrevê-la assim). Quanto ao sexo está quase sempre lá, não como leit-motiv, mas como a condição que pode justamente evitar a “mijadela fora do penico”. Quando ele é bom, em casa, e digo, mesmo bom, kamasutriano, de canal vivir, de henry miller, de sedas, seja lá como se quiser, mas acima de tudo se for cultivado como uma arte do prazer, nem nos lembramos que há penicos. (esta soou um pouco mal não foi?). E deixem o amor de lado, que essa é outra história, que se alimenta de sexo, é bem verdade, mas que depende de muitas mais coisas, por exemplo, sabermos viver com alguém nos intervalos do sexo.

Em resumo para ver se eu também não fico baralhado:
1) Não cometer infidelidade não pode ser um acto de esforço, nem assim se tornar uma infelicidade
2) Sexo é bom, e quando é bom, é bom mesmo. Se não for bom não é sexo, se não há sexo não há relação, se não há relação não há infidelidade ( la Palice)
3) O amor tem muito a ver com o saber ter sexo e com o prazer que se tira e dá a alguém, mas convém que se saiba fortalecer com coisitas mais mixurucas, como o respeito, o companheirismo e a admiração por exemplo, sobretudo para quem tem orgasmos curtos ou ejaculação precoce.

Publicado por: Eufigénio às fevereiro 1, 2005 06:17 PM

quê ???? estavam a falar de casamento??? aiiii ...tanto tempo a escrever o post é o que dá.
(saindo de pantufas)

Publicado por: Eufigénio às fevereiro 1, 2005 06:20 PM

Eufigénio, grande comentário, e certeiro. Para quem encara as relações a dois assim, para quem vê o casamento assim (eu vejo).

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 06:25 PM

Carolina, obrigada! Faz anos, sim, dez anitos. :)))))))))))))))))

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 06:30 PM

Se calhar fui muito radical na minha exposição. Mas o queria transmitir é que quando duas pessoas assumem um compromisso, terão de respeitar-se mutuamente. Se por qualquer razão o amor acabar, esse respeito deve ser mantido até que se separem definitivamente. Claro que quando nos apaixonamos por alguém não sabemos se vai durar ou não, como é obvio!
Beijocas a todos ;)

Publicado por: Carolina às fevereiro 1, 2005 06:30 PM

Tens abertas as portas do blogue, Zulinha. Até podes postar (e isso seria um privilégio).
Só não abro também as portas do meu coração por dois motivos: estão sempre escancaradas e, como é um coração open space e espaçoso, são várias (as portas) e a coisa é muito frequentada. Sabendo eu do teu gosto por espaços exclusivos e estadias longas...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 06:32 PM

Em homenagem à 'Zu' (beijinho de parabéns à mãe e à filha aniversariante!), o MV tem hoje um 'post' sobre S. Vicente e as Grenadinas!
http://memoriavirtual.weblog.com.pt/arquivo/061235.html

Publicado por: Leonel Vicente às fevereiro 1, 2005 06:38 PM

Carolina: lá estás tu a misturar o respeito onde ele não é chamado. Cada relação tem as suas regras e os seus respeitos (os seus limites). O problema está na generalização, afinando a bitola pela da maioria e de alguma forma 'sujando' as concepções e sensibilidades diferentes que por aí pairam.
E eu, por norma, até sou do contra. ;)

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 06:40 PM

Sharkinho, pois... Mas olha que os "lobos maus", enfim... os espaços abertos... às vezes tornam-se os mais fechadinhos, basta aparecer a pessoa certa (não me estou a fazer ao piso, descansa ;)). Escreverei quando tiver tempo, ok? E obrigada pelo convite :)

Leonel, já agradeci lá no meu canto :)

E ainda pró Shark, relativamente ao que responde à Carolina: ainda me hás-de explicar essas regras de outras formas de relação "open space".

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 06:49 PM

Olá Charquinho (só agora)! É que tive que ir às urgências do hospital e assisti a uma cena que me fez rir, mas rir - o que não é frequente naquelas circunstâncias. Dava outra história como a da 1poucomais.
Beijocas para todos.

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 07:00 PM

Sharkinho.
Tu disseste:"lá estás tu a misturar o respeito onde ele não é chamado. Cada relação tem as suas regras e os seus respeitos (os seus limites)"
Primeiro dizes que eu misturo o respeito onde ele não é chamado, depois dizes que cada relação tem os seus respeitos. Não estou a perceber, não mesmo. É melhor fazeres um desenho!
Pergunto-te a mesmo que a 1pouco mais. "hás-de explicar essas regras de outras formas de relação "open space".

Publicado por: Carolina às fevereiro 1, 2005 07:28 PM

Não ficarás sem a tua explicação, Zu (eu sei que não estás, descansa também). Mas nem imaginas o potencial destas modernices...
Mas responde-me a uma perguntinha: se tivesses que optar entre uma falsa promessa que redundaria num fracasso (uma coisa finita é necessariamente temporária) ou uma 'limitação' confessada que te garantisse (em termos algo diferentes dos teus, claro) uma relação estável até ao fim dos teus dias, qual seria a tua escolha?
Isto é só para entender melhor as tuas prioridades e abrir caminho para te explicar as minhas...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 07:42 PM

Outro conceito tão grato, Carolina, na perspectiva de tantas pessoas apologistas do romance perfeito é o da cedência recíproca. Vamos falar de cedências? Assim podemos deixar de lado os respeitos.
Mas vai dar quase ao mesmo, na óptica do funcionamento saudável e frontal de uma relação como eu as vivo e as entendo.
E não me entendas como alvo a abater por causa das nossas posições divergentes, garanto que posso surpreender-te em matéria de romantismo.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 07:52 PM

Sinto-me completamente perdida, no meio destes comentários ... vou esperar um post novo e, ver se consigo manter-me ao vosso nível.

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 07:53 PM

Acho que vocês não se vão convencer uns aos outros. Nem é necessário. Há homens e mulheres suficientes para relações monógamas e relações polígamas. Há espaço para tudo. O moralismo morre pela boca, como o peixe. As relações humanas são complexas e riquíssimas. O essencial é que cada um saiba o que quer para si, que tenha a liberdade de escolher.

Publicado por: derFred às fevereiro 1, 2005 08:01 PM

Eu estou à espera do post... Estou a ficar com falta de criatividade...
Charquinho, para comprovar o dito decidi criar um diário com página em branco. Ficará assim permanentemente. Não se acrescenta nada. Fica muito bem assim :-)
Beijinhos!

Publicado por: Claudia às fevereiro 1, 2005 08:01 PM

E reforçando o que o derFred diz, nem todos sentem a felicidade na mesma forma de amar.

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 08:03 PM

Oh, e eu que estava tão embalado a lutar pela causa...
Não consigo meter o post do derFred, PORRA! O Weblog tá marado e eu bem tento, mas népia.
E bem quero, pois cheira-me a esturro neste duelo de titãs que acabará certamente no sacrifício público do tubarão. Estou sempre do lado dos que comem...no focinho.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 08:19 PM

Shark, não te preocupes. Paz e amor. Há tempo.
(Eufigénio e Vague, têm de esperar mais um pouco)


Publicado por: derFred às fevereiro 1, 2005 08:25 PM

Fred, experimenta o seguinte: envia de novo só o texto do post (sem as referências aos links - já tenho na primeira versão) para o email do cartão de visita que te dei. É só o que falta testar para perceber onde está o problema (pode estar no teu ficheiro).

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 08:31 PM

Ò Karla, tu não me dês o desgosto de te sentires perdida na caixinha do tubarão. Vem a mim, que eu alumio os teu passos...

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 08:41 PM


Ou seja, catarina, uma mulher quando é infiel, na tua opinião, já está apaixonada.
e quando a mulher é infiel para vingar a infidelidade do outro? isso existe e não é tão incomum assim.

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 08:43 PM

Com tanto pontapé na gramática, como não haveria a moça de se sentir às escuras?
Os TEUS passos, esses sim, plurais e múltiplos, poderão conhecer a Luz. (isto parece um convite para ires à bola comigo...)

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 08:46 PM

Antes de ler os cerca de 80 comentários que me faltam, quero desejar muitos parabéns á Miosótis e à sua mãe, babadinha de todo :), Zu.

Publicado por: maria arvore às fevereiro 1, 2005 08:49 PM

Sharkinho,
sou uma mulher que me perco muitas vezes ...
"Ás vezes, preciso de me perder, para me encontrar" - Florbela Espanca

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 08:49 PM

Ser infiel para vingar uma infidelidade? Huumm...
Isso também existe para homens, Vague?
Afinal a vingança serve-se quente.

Publicado por: sharkinho às fevereiro 1, 2005 08:51 PM

"Se for preciso até mando tatuar o guia Michelin nas barbatanas" - António Tubarão Antunes

Publicado por: lobo mau às fevereiro 1, 2005 09:09 PM

Pelo contrário,
gelada. Sabe muito melhor. Ge-la-di-nha :)

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 09:24 PM

Concordo com o Fred. Posição tolerante. Vive e deixa viver.
Ninguém está aqui para convencer ninguém.
Há gostos para tudo e todos. O importante é isso, é esse amplo espaço de liberdade e consensualidade (com-sensualidade?) que os relacionamentos têm para ser felizes. E não há fórmulas únicas de felicidade. Aliás, nem sequer há fórmulas. O que se calhar é muito melhor...

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 09:45 PM

Ufff.... (será que consigo dizer alguma coisa?)

Parece-me que o Eufigénio tocou num ponto sensível que é «sabermos viver com alguém nos intervalos do sexo». Para mim existe uma relação quando se gosta tanto de estar com alguém a falar, a comer, a fazer pequenos nadas como quando fazemos sexo.
Depois e concordando totalmente com o sharkinho, uma relação não é um conjunto de cedências. É um conjunto de pontos que "naturalmente" se intersectam. Se não encaixa não vale a pena forçar. Toda a gente se quer sentir bem e ninguém pode ser forçado a sentir o que não sente.
E em vez da durabilidade prefiro a honestidade, a qualidade e a intensidade. Assim a modos como morrer de pé como as árvores. Mais vale um dia de pé que definhar toda a vida.
Quanto à fidelidade apenas a entendo como uma qualquer coisa em comum que apenas os dois partilham. E essa coisa não é necessariamente sexo.

Publicado por: maria arvore às fevereiro 1, 2005 09:55 PM

Em primeiro lugar: obrigada, Maria Árvore :) Nunca recebi tantos parabéns pelo aniversário da minha filha (estou, sou babada, e ainda bem, há que aproveitar enquanto são os meus os abraços que ela quer, e não os de um gandulo qualquer ;) - vai haver discussão por causa do termo usado ;PP).

Em segundo lugar: concordo com o derFred (vês?), há espaço na terra para muitas formas de encarar a vida sentimental / sexual, muitas fórmulas para se ser feliz. Desde que todas as partes envolvidas estejam de acordo e se sintam bem, é com cada um, acho eu. Mas isso não implica que não se discuta, não se converse e não se procure entender melhor os pontos de vista de quem pensa de forma diferente da nossa.
E por isso, desde já uma observação: falas, Fred, de monogamia e poligamia. Não deverás antes falar de relações em que a fidelidade é uma premissa e de relações em que não o é? É que esses termos têm a ver com contratos, com casamentos com uma só pessoa ou com várias. E não é de casamentos que estás a falar, pois não?

"se tivesses que optar entre uma falsa promessa que redundaria num fracasso ... ou uma 'limitação' confessada que te garantisse (em termos algo diferentes dos teus, claro) uma relação estável até ao fim dos teus dias, qual seria a tua escolha?", pergunta-me o Tuby. É complicado responder no geral e de forma curta, é complicado até responder neste espaço de modo claro.
Mas pergunto-te desde já: porque é que seria uma falsa promessa? Ama-se mais que uma pessoa de cada vez? Não há amores que sobrevivem ao tempo? Porque é que se é infiel? Porque se tem um coração onde cabem vários amores? Por vingança? A meu ver, só se já está tudo estragado e se pretende mostrar ao outro que é possível magoá-lo tanto quanto nos magoou a nós.
Diante da infidelidadezinha deliciosamente atraente, que ninguém saberia (e o que não se sabe, diz-se, não magoa ninguém), eu optei pela fidelidade. Não por obrigação, mas por amor. Porque o homem que eu amava confiava em mim e eu não o queria desiludir. Porque sei que ele teria feito o mesmo, e a nossa relação baseava-se na confiança mútua e na vontade de estarmos juntos. Custou? Custou; era altamente tentador. Valeu a pena ter resistido à tentação, se o meu casamento se estragou na mesma? Valeu.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 10:11 PM

sempre achei que cada um deve comer exactamente o que quer.
eu (monógama me confesso) gosto do meu monógamo simples e bem passado. os molhos e temperos podem variar, consoante a disposição.

Publicado por: Mi às fevereiro 1, 2005 10:28 PM

É fundamental, Maria, saber viver com alguém nos intervalos do sexo, gostar de falar, de rir, enfim de tudo o que sustenta um relacionamento. E o sexo não é só sexo :) É o ambiente que não começa na cama, é aquela coisa doce que nos envolve os sentidos quando há química.

Publicado por: vague às fevereiro 1, 2005 10:28 PM

e não, não estou SÓ a falar de sexo :)

Publicado por: Mi às fevereiro 1, 2005 10:34 PM

Uma relação não é 'um conjunto de cedências'. É um conjunto de pontos de encontro e por eles, por vezes, é necessário ceder um pouco. Não, não gosto muito da palavra, confesso. Numa relação, de amor, de amizade há que sopesar o que vale a pena e até q ponto vale a pena. Sacrifícios não, obrigada, nem para um lado nem para o outro e até depois!
bjs***

Publicado por: pijama party wave às fevereiro 1, 2005 10:41 PM

Três defensoras das relações estáveis feitas de fidelidade, cumplicidade, amor em exclusivo: Mi, Vague, Azul. Uma defensora de algo menos lírico, dirão uns, menos exigente, dirão outros, a Maria Árvore.
(e eu sou aquela que jurou nunca mais se casar, que demorará séculos a ver alguém a partilhar um espaço comigo e que, no entanto, acredita no amor em qualidade, quantidade, intensidade e longa duração)

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 10:46 PM

Olha, a Vague foi para uma festa de pijama... ;)

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 10:47 PM

Se me puder juntar ao grupo, mais uma vez, sinto-me mais próxima da Maria. Mas tal como eu, não creio que ela seja menos exigente...

Publicado por: Karla às fevereiro 1, 2005 10:54 PM

Lá estão as meninas a brincar juntas do outro lado do recreio... E a rapaziada, népias, né!?

Ò Eufigénio!...

Publicado por: itão às fevereiro 1, 2005 11:09 PM

Ora, Cap, diz de tua justiça. Que eu cá acho que tu pensas como a Mi, a Vague e eu.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 11:11 PM

:) Sou transparente como a água das Grenadines. ;)

Publicado por: itão às fevereiro 1, 2005 11:14 PM

Tu não me fales das Grenadines! (se eu explicasse como surgiu a paranóia dessas ilhas...)

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 1, 2005 11:19 PM

Não posso acreditar!
Ontem tive um dia cheio de trabalho e mal parei no meu próprio blog, hoje a weblog andou com birras e tive de esperar um tempão para escrever qualquer coisa ou responder a comentários, chego ao Charquinho e em dois dias tem uma caixa de comentários que não tenho tempo para ler toda!!!!! Acho que a deixei ficar ás primeiras horas da madrugada de hoje, para ainda escrever qualquer coisa. Amanhã continuarei a ler o resto. Entretanto deixa-me respirar fundo. ( e como não li tudo de certeza que vou repetir a opinião de alguém)
Bom, há a velha blague que "a pornografia é o erotismo dos outros" não é? Para mim, acho que os limites de uma coisa e outra dependem de pessoa para pessoa. Há "coisas" que para uns (umas) podem ser uns "auxiliares de excitação" e para outros uma nojeira tremenda. Estou a lembrar-me neste momento de uma amiga minha, casada, descasada, recasada e de novo descasada, vários, muitos, namorados. É das pessoas que conheço com mais activa vida sexual. Garante que nunca se masturbou. Eu só tenho de acreditar, se ela o diz, mas lá vulgar não é. Depende de pessoa para pessoa, não é? E de época. Mostrar o tornozelo no tempo da Rainha Vitória podia ser mais erótico do que um toplesse no auge dessa moda. Como é que fazemos para levantar balisas? A não ser como na história da Vague, da miúda e do senhor inválido, onde deveria haver barreiras profissionais.
Mas já é tarde. Amanhã venho ler o resto e se calhar continuar a dizer o que penso.
Témanhã!

Publicado por: Emiéle às fevereiro 1, 2005 11:26 PM

Olha fui lá acima, e a história não é da Vague é da Azul. Pronto o seu a seu dono. Mas a gente perde-se no meio de tanta coisa.

Publicado por: Emiéle às fevereiro 1, 2005 11:30 PM

sharquito!
Não te tomo, de maneira nenhuma, como um alvo a abater. Apenas tento transmitir o que penso, sem querer convencer-te de coisa alguma. Acima de tudo, quero tentar perceber aqueles que não partilham a minha opinião e como tu te manifestaste perante os meus comentários, "peguei-me" contigo! Mas não penses que desisti! Hi!Hi!Hi!
Como disse o F, "O essencial é que cada um saiba o que quer para si, que tenha a liberdade de escolher".
Vamos fazer as pazes, sharkovsky? ;)
Bons sonhos para todos! :)

Publicado por: Carolina às fevereiro 1, 2005 11:35 PM

Zu, tens toda a razão quando dizes que não sou lírica. Deixei de acreditar no pai natal desde muito pequenina :) e gosto de ser prática.
Mas julgo que sou um cromo daqueles difíceis de sair em matéria de exigência: exijo reciprocidade e só sou capaz de amar o outro como me amo a mim própria.
Quando deixo de ser capaz vou-me embora porque não gosto de fazer ninguém infeliz.

Publicado por: maria arvore às fevereiro 1, 2005 11:56 PM

(hum, a ler o resto. Só para dizer à Vague que a minha opinião é a minha. :) O que eu escrevo não tem que espelhar a minha opinião...;))

Publicado por: catarina às fevereiro 2, 2005 12:07 AM

Que raio, isto parece um buraco negro. Um gajo anda por aí a blogar, tropeça, e pimba, lá dá com os ditos aqui. E depois para sair tem de dizer sempre qualquer coisinha não é?

Bem, mas estavamos a falar de pornografia e ao que parece lá no fundo do recreio, aquele grupinho ali Cap, já levou a conversa para as (in)fidelidades.

Pois, para mim a pronografia é como um gajo ter um bife. É bom, mas só depois de passado pelo lume. E eu bifes à tártaro confesso que não vou muito à bola com eles.

E agora se me permitem uma questão que tenho aqui atravessada. Porque é que a maior àrea de produção de videos/dvd's ( a pornografia), faz questão de não ter argumentos, produtores, realizadores e cameramen de jeito. Porque é que aquilo tem de ter sempre aquele ar de gajos do leste e loirinhas de silicone que não dão uma para a caixa? é mesmo para um gajo não se distrair? Enfim, eu estou a falar de cor, mas disseram-me que era assim... enfim, até logo

Publicado por: Eufigénio às fevereiro 2, 2005 12:07 AM

E já agora, Tubarão, DerFred, e essa posta? sai ou não sai? só para um gajo mudar de sala ...

Publicado por: Eufigénio às fevereiro 2, 2005 12:11 AM

Acabo eu de postar uma cena do livro do mário cláudio sobre amores e transgressões e a afirmação do autor de que relações monogâmicas, certinhas são enfadonhas e não inspiram poetas e escritores, chego aqui e encontro a malta a defender as ditas cujas...(mais coisa, menos coisa) ;-)))!

Este blog não dá para acompanhar, sinceramente, passa uma pessoa um dia, um miserável dia sem vir aqui, tem 100 comentários para actualizar e rói-se toda porque não aprticipou em mais uma interessante discussão...a agora tá tudo a dormir e eu vou já a seguir. Pronto, beijos e abraços,e amanhã a história repete-se.

Publicado por: Mar às fevereiro 2, 2005 12:34 AM

Gostei da imagem do bife, Eufigénio.:)

CAtarina, não falta uma palavrita no teu comentário? Como está não o entendi. Quando uma mulher é infiel pode estar apaixonada; mas também pode estar só frustrada com o que tem em casa, e precisar de se sentir viva.

Maria, eu tb não acredito no Pai Natal, apesar de por vezes o poder parecer. A vida já me ensinou como o para sempre pode ser, afinal, por pouco tempo. Mas continua a ser o que eu queria, o meu ideal. E dele tento aproximar-me - sabendo que as relações são essencialmente o que delas quisermoe e ousarmos fazer. Nada garante à partida que um casamento / ajuntamento de trapinhos / whatever seja para sempre; mas a ideia do desejo de estarmos juntos e juntos construirmos uma vida de ambos agrada-me sim - embora com todas as cautelas e escaldadelas.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 2, 2005 12:40 AM

Eu vi o que disseste do Mário Cláudio, Mar. Só que aqui, pelos os que as defendem não querem ser personagens de romances intemporais. Preferem mesmo viver o romance. ;)))

Publicado por: itão às fevereiro 2, 2005 12:41 AM

É isso, captain my captain.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 2, 2005 01:05 AM

entretanto, não estará na altura de mudar a água às azeitonas?

Publicado por: Mi às fevereiro 2, 2005 01:44 AM

O nosso anfitrião deve ter alguma fobia à noite. ;)

(Shark, a melhor coisa que anda por aí, é o hp pavilion zt3240. Actualiza-te, pá!)

Publicado por: Ahab às fevereiro 2, 2005 01:50 AM

Mi :)
O Shark não tem net em casa. E eu termino este dia tão pitosga como o comecei; os meus olhos decidiram que não querem ver mais o écran na frente. Boa noite!

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 2, 2005 01:54 AM

Boa noite.

Publicado por: Ahab às fevereiro 2, 2005 01:56 AM

bgom ddgia. direcbta a rtabalharf. e comn anti-histnamíncioc tambémne. pr issso não estrnhanhem.

Publicado por: Mi às fevereiro 2, 2005 07:45 AM

Bom dia. Também no trabalho, de kispo ainda vestido - tá cá um frio dos diabos, e no meu caso a xarope e antigripes.
Boas melhoras Mi e hoje não há beijos a ninguém que isto pega-se!

Publicado por: sofia às fevereiro 2, 2005 09:43 AM

Poisé Eufi, tu gostas é de cowboyadas.

Publicado por: bill às fevereiro 2, 2005 11:02 AM


Catarinha, nisso somos parecidas,
nem eu :)

Karla, qto às exigências não sei. Será q uma pessoa q quer uma relação monogâmica é mais exigente q aquela q tem uma relação open-minded?


Pode ser ou não. E depende de cada coisa, do momento da vida q percorremos, da nossa respectiva história, do q conhecemos e do q não conhecemos, o desejar uma coisa ou outra.


A Maria fala numa exigência q tb me percorre, a de desejar a intensidade no momento, as verdades da relação.


Se me perguntassem o q é q eu preferia - se seria ter estabilidade o resto da vida ao lado de alguém q me adorasse mas q não me disesse nada ou ao lado de alguém q me fizesse sentir viva em todos os domínios, e não só na cama, aquela questão do infinito enquanto dura, eu preferia claramente isso,

...mas sem deixar de desejar que preferia q fosse possível, o 'tal'

E o 'tal' é uma questão de ilusão, sim :)


A qusetão para mim não está em estabilidade versus excitação, está em 'viver', com confiança no outro e com excitação sempre, até ser possível.
(lá vem o infinito enqto dura)

Monogâmica. Não quero entrar por caminhos q não conheço e q podem ser apelativos no momento, mas q me podem magoar.

sinceramente, para mim não é a quantidade q conta nem a diversidade de homens, muito menos q o meu companheiro sinta a necessidade de ter outras mulheres ao mesmo tempo. Isso são caminhos q respeito mas q podem levar à 'vertigem'.

E eu gosto de escolher as vertigens, tanto qto posso e de acordo com o q eu acho q é melhor para mi. Se bem que...acho q há coisas q não se escolhem e ser demasiado racionais tab não é bom.

Viver. Daqui a 40 anos apoosto q não teremos esta conversa ;)

O que conta para mim sem nada procurar (mas procuramos todos alguma coisa, não é?... e quem disser q não atire a 1ªpedra, [procruramos todos ser felizes, o caminho é q é uno] ) e aceitando a opinião de cada um, e as suas escolhas, sem julgar, pq cada um sabe os caminhos q trilhou,

(e só quem está dentro da minha pele sou eu)

...o que conta mais para mim é a intensidade com uma só pessoa, a capacidade q ele tiver de me fazer sentir plena e de eu o conseguir satisfazer por inteiro. Quando não, para q insistir, para q, para morrer devagar?


(já volto)

Publicado por: vague às fevereiro 2, 2005 11:30 AM


Pessoal,

eu acho q não podemos levar isto mto a peito peito, palavra perigosa, :D :D)

Infidelidade: tem q haver é sonsentimento mútuo. Se isso é uma opção de vida, ora q faça mto bom proveito. Se é sair da rotina, cada 1 lá saberá de si.

Sei tb, se quiser ser razoável e tentando objectivar a discussão, q não se pode condenar a infidelidade à partida...explico o q pode parecer desconcertante vindo de alguém q assumidamente aposta em relacionamentos monogâmicos.

Por ex. Um caso de invalidez, q pode acontecer a qq pessoa. Era bom q não se esquecesse esta verdade elementar, cruel. Acidentes de viação, de moto. Na juventude ou em adultos, e em que alguém tem uma relação apaixonada com o par.

Alguém fica inválido. É cruel deixar a pessoa q se ama. Eu não era capaz, tanto qto julgo conhecer de mim.
Não sei se conseguiria conter o natural e humano instinto da sexualidade e sensualidade (sentidos, pele, toque, pele, beijos, marcas, calor) e 'ser fiel'. Fiel 'fisicamente'.

Entendem? Eu estou a escrever e a pensar nisto ao mesmo tempo. Não me conheço inteiramente e sei q nós nos conhecemos um pouco mais qto somos postos à prova, quando encaramos situações limite.


Sendo eu jovem, conseguiria e mais importante, 'quereria' confinar-me a uma abstinência inesperada ew forçada, por mto q o amasse?


Não me conheço assim tão bem. mas acho q não. nessa situação aceito bem a 'infidelidade', aqui puramente sexual (mas nem sp é puramente sexual)
Noutras , nem tanto. Se não tivesse outras restrições (não tenho) daria o salto para um sítio onde a relva fosse mais verde e eu mais feliz.

Os relacionametos não são lineares, nada.
É pena? Ainda bem?

Enquanto eu tiver muitas perguntas e poucas respostas, continuo à procura delas. e sei q nunca as encontrarei completamente.

Publicado por: vague às fevereiro 2, 2005 11:48 AM

Tanta pergunta, Vaguezinha! E tanta coisa para falar. Devias meter isto em post na tua Maré Alta.

Publicado por: 1poucomais às fevereiro 2, 2005 01:45 PM


Azul,

Acho q vou criar é um blog mais específico, eheheh, tenho medo de chocar consciências puritanas :D

...Não, brinco claro. Hei.de arranjar qq coisa, estes temas são fascinantes, pq muito ricos e nada lineares e há muita coisa envolvida. Ou não.

Eu por mim aceito tudo.
Só não aceito o q me impôem como verdade absoluta.
Gosto de descobrir-me. E é certo q a verdade absoluta não existe.

Um abraço, verdadeiro, e único para cada um de vós **

Publicado por: vague às fevereiro 2, 2005 02:16 PM

Chuac vague: nada é absoluto; temos é de nos descobrir a nós mesmos.

Publicado por: maria arvore às fevereiro 2, 2005 08:15 PM