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março 06, 2008
PEQUENO DRAMA DO QUOTIDIANO
É por exemplo um gajo constatar que deixou em casa o carregador do telemóvel de serviço.
(Mas a bateria bateu-se que nem uma galharda até ao final da conversa mais importante do dia. "Berrou" logo a seguir...)
Publicado por sharkinho às março 6, 2008 04:11 PM
Comentários
hum...
Publicado por: teresa às março 6, 2008 04:29 PM
Ele há coisas...
Publicado por: shark às março 6, 2008 05:03 PM
!!! Então e porque não compras um carregador suplente olha que os cigan itos da feira do relógio tem muitos p'ra vender!!!!!!
Publicado por: ! ! ! às março 6, 2008 05:56 PM
Eu não sustento a economia paralela e os legítimos são caros comó caneco e só fazem falta enquanto os telélés duram (o que na minha mão implica uma existência muito curta...). :)
Publicado por: shark às março 6, 2008 06:04 PM
Os dramas da modernidade...
As saudades que eu tenho dos tempos em que só havia telefones fixos [que até se podiam pôr fora do descanso quando não queriamos ser incomodados] e que as pessoas diziam "olá!" e não "onde estás?" quando atendiamos...
Publicado por: BlahBlahBlah às março 6, 2008 06:26 PM
Por outro lado estávamos sempre a levar com chamadas anónimas às tantas da matina...
Mas sim, o telemóvel é uma invenção do demo para nos afogar em falsas dependências.
Publicado por: shark às março 6, 2008 06:34 PM
Deixa-te de coisas e dá-me o teu número, Shark. Asseguro-te que comigo nada vai abaixo.
Publicado por: claudia às março 6, 2008 08:15 PM
Ena, gosto de mulheres confiantes nas suas capacidades...
:)
Publicado por: shark às março 6, 2008 11:00 PM
LOL
Publicado por: claudia às março 7, 2008 12:18 AM
Ó cláudia, o Shark disse que só tinha ido abaixo, a bateria, claro!, depois de ter terminado. Parece-me que está tudo bem, que já não era precisa para mais nada.
Publicado por: teresa às março 7, 2008 12:20 AM
Tens a certeza, Teresa? Pergunta-lhe...
Publicado por: claudia às março 7, 2008 11:37 AM